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Agronegócio

No podcast “Pensar Agro” Isan Rezende entrevista Clodomir Ascari, presidente do Crea Paraná

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No podcast “Pensar Agro” desta semana, apresentado por Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA), o entrevistado é o engenheiro agrônomo Clodomir Ascari, presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (CREA-PR).

Ascari fala sobre os desafios que o setor enfrenta atualmente e os projetos que ele planeja implementar durante sua gestão. Entre esses projetos, destaca-se a proposta de criação da Academia de Formação no Sistema CONFEA/CREA/MÚTUA, visando aprimorar a capacitação profissional e promover o desenvolvimento contínuo dos engenheiros e agrônomos do estado.

Com uma carreira consolidada na área, Ascari tem especializações em administração rural, agronegócio e cooperativismo. Sua experiência profissional inclui diversas posições de liderança em organizações do setor, além de expertise em gestão ambiental e rural. Antes de assumir a presidência do CREA-PR, Ascari foi secretário de Agricultura e Meio Ambiente de Pato Branco, no Paraná.

O podcast “Pensar Agro” oferece uma plataforma para debates relevantes sobre temas relacionados ao agronegócio, reunindo especialistas e líderes do setor para compartilhar insights e promover discussões construtivas.

Abaixo a entrevista com Clodomir Ascari:

Veja essa e outras entrevistas de Isan Rezende na página do Pensar Agro, clicando aqui

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

China confirma foco de aftosa e abates na Rússia elevam alerta no mercado

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A confirmação de um foco de febre aftosa na China, somada ao abate de dezenas de milhares de bovinos na Rússia, colocou o mercado global de carne em estado de atenção. O cenário mistura fato sanitário confirmado com dúvidas sobre a real dimensão de problemas no rebanho russo, combinação que já começa a repercutir no comércio internacional.

O governo chinês confirmou casos da doença na região noroeste do país, próxima à fronteira russa, e classificou a cepa como altamente contagiosa. A resposta seguiu o protocolo sanitário: abate dos animais infectados, desinfecção das áreas e reforço no controle de fronteiras, incluindo restrições ao trânsito de gado.

Do lado russo, não há confirmação oficial de febre aftosa. As autoridades atribuem os casos a doenças como pasteurelose, mas o volume de medidas adotadas chama a atenção. Desde fevereiro, mais de 90 mil bovinos foram abatidos em diferentes regiões, com concentração na Sibéria. O número elevado e as restrições impostas em áreas rurais ampliam a desconfiança do mercado sobre a real natureza do problema.

A reação já começa a aparecer no comércio. Países da região adotaram restrições à carne russa, movimento típico em situações de risco sanitário. O episódio ganha peso adicional porque a Rússia foi reconhecida recentemente pela Organização Mundial de Saúde Animal como área livre de febre aftosa — condição essencial para manter exportações.

Para o mercado global, a combinação de foco confirmado na China e incerteza na Rússia eleva o risco de volatilidade nos preços e de redirecionamento de fluxos comerciais. Em situações desse tipo, importadores tendem a buscar fornecedores com maior previsibilidade sanitária.

É nesse ponto que o Brasil entra no radar. O país produz cerca de 10 milhões de toneladas de carne bovina por ano, é o 2º maior produtor mundial — atrás apenas dos Estados Unidos — e o maior exportador global, com embarques superiores a 3 milhões de toneladas anuais, principalmente para China, Estados Unidos e países do Oriente Médio. Sem registro de febre aftosa desde 2006, o país sustenta o acesso aos mercados com base em vigilância sanitária, rastreabilidade e controle de fronteiras

No campo sanitário, mantém um histórico favorável: O último foco de febre aftosa no Brasil foi registrado em 2006, no Mato Grosso do Sul, e desde então o país avançou no controle da doença, com reconhecimento internacional de áreas livres e, mais recentemente, a retirada gradual da vacinação em alguns estados. Nesse contexto, episódios sanitários em concorrentes tendem a abrir espaço comercial, mas também aumentam a responsabilidade sobre vigilância, rastreabilidade e controle de fronteiras para preservar o acesso aos mercados.

Para o produtor brasileiro o impacto é direto. Qualquer instabilidade sanitária global influencia preço, demanda e fluxo de exportação. Para o produtor brasileiro, o momento exige atenção ao mercado internacional e reforça um ponto conhecido: sanidade animal continua sendo um dos principais ativos de competitividade do país.

Fonte: Pensar Agro

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queiroz

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