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SP: Operação Verão, da PM, deixa mais 4 mortos e já soma 38 óbitos

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O secretário de Segurança Pública Guilherme Derrite (de camisa) no Guarujá, durante a Operação Escudo
SSP-SP

O secretário de Segurança Pública Guilherme Derrite (de camisa) no Guarujá, durante a Operação Escudo

Mais quatro pessoas foram mortas em possível confronto com policiais militares na noite dessa terça-feira (27), na Baixada Santista. Com as novas ocorrências, o total de mortos na Operação Verão chega a 38.

Os agentes faziam operação contra o tráfico de drogas no Jardim Rio Branco, em São Vicente, quando foram surpreendidos por pessoas armadas em área de mata, segundo informações da PM.

Cinco suspeitos teriam sido atingidos; quatro morreram e um foi socorrido e levado ao Hospital do Vicentino, onde está internado. “Dois homens, de 18 e 31 anos, e dois adolescentes, de 17, não resistiram”, diz em nota a Secretaria de Segurança Pública (SSP).

Foram apreendidos com o grupo dois revólveres calibre 38 e uma pistola .40, além de drogas, dinheiros e celulares, ainda de acordo com a polícia. O caso foi registrado como tráfico de drogas, posse ou porte ilegal de arma de fogo, resistência e morte decorrente de intervenção policial na Delegacia Sede de São Vicente.

Operação Verão

Iniciada após a morte do soldado da Rota Samuel Wesley Cosmo, no dia 2 de fevereiro, a Operação Verão já havia deixado mais um homem morto nessa segunda-feira (26), também em suposto confronto com PMs no morro José Menino, em Santos.

De acordo com a PM, os agentes teriam revidado após três suspeitos atirarem contra os policiais. O ferido foi levado à Santa Casa da cidade, local onde morreu. Os demais fugiram.

Pela quantidade de óbitos, a Operação Verão 2024 é a segunda ação mais letal da história de São Paulo, ficando atrás somente do Massacre do Carandiru, que em 2 de outubro de 1992 vitimou 111 detentos da Casa de Detenção de São Paulo.

O ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, cobrou do governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas (Republicanos), que a Operação cumpra medidas e decisões judiciais que não estariam sendo respeitadas.

​​”Solicito, por parte do Governo do estado de São Paulo, o cumprimento das normas, princípios e decisões nacionais e internacionais que regulam o uso da força por parte de autoridades estatais, a investigação de execuções sumárias e o uso de câmeras corporais por parte de agentes de segurança”, afirmou o ministro.

O ofício do ministro foi baseado no relato da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, que registrou um “aumento constante e desproporcional de denúncias” de possíveis violações dos PMs na região.

“A comunidade relata a imposição de um toque de recolher pela força policial, acarretando prejuízos financeiros significativos. Além disso, a insegurança gerada tem resultado na ausência de crianças nas escolas, em virtude do receio, e na falta de acesso dos cidadãos aos serviços básicos de saúde”, lê-se em um trecho do documento da Ouvidoria.

O número de mortes na Operação Verão já é superior ao da Operação Escudo, realizada na mesma região entre julho e setembro de 2023, após a morte do soldado da Rota Patrick Reis. Essa operação vitimou 28 pessoas.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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