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Inmet emite alerta de perigo para regiões do Brasil; veja a previsão

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Chuva em São Paulo
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Chuva em São Paulo

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alertas de “Perigo” e “Perigo Potencial” devido às chuvas intensas esperadas para esta terça-feira (5). As regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste serão afetadas. Apesar disso, mesmo o Rio de Janeiro e São Paulo, que não estão sob alerta, também terão chuva.

A mancha laranja, indicando perigo, foi emitida pelo Inmet devido à expectativa de fortes chuvas. Válida até às 10h de terça (5), espera-se ventos de até 100 km/h, risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Em caso de rajadas de vento, evite se abrigar debaixo de árvores, recomenda o órgão.

Além disso, foram emitidos avisos de ‘perigo potencial’, correspondentes à mancha amarela. Prevê-se chuvas entre 20 e 30 mm/h, ventos intensos, baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas. Válido até as 10h de terça-feira (5) e sexta-feira (8).
Na Região Norte, são previstas pancadas de chuva ao longo da semana, principalmente no Amazonas, Pará, sul de Roraima e norte de Tocantins, podendo ser acompanhadas de raios, rajadas de vento e trovoadas. No Nordeste, prevê-se chuva forte no centro-norte da região. Nas demais áreas, chuvas isoladas em menores acumulados.

Sudeste e Centro-Oeste terão chuvas maiores que 70,0 mm, especialmente no centro-sul de Minas Gerais, noroeste de São Paulo, Rio de Janeiro, sul do Espírito Santo e Goiás, com possibilidade de raios, rajadas de vento e trovoadas, devido à convergência de umidade. Para esta terça-feira (5), São Paulo e Rio de Janeiro terão chuvas isoladas e trovoadas à tarde, com temperaturas entre 32°C e 21°C em SP e máxima de 38°C e mínima de 20°C no Rio de Janeiro.

No Sul do país, a semana começa com chuvas no nordeste do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e oeste do Paraná, podendo ultrapassar os 70,0 mm. Em outras áreas, chuvas em menor quantidade.

Fonte: Nacional

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BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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