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BRASIL

Em Minas Gerais, Lula diz que Brasil será o “celeiro do mundo”

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Presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante visita à área industrial do Complexo Mineroindustrial de Serra do Salitre
Reprodução/Ricardo Stuckert/PR

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante visita à área industrial do Complexo Mineroindustrial de Serra do Salitre

Nesta quarta-feira (13), um dos compromissos da agenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Minas Gerais foi a inauguração do Complexo Mineroindustrial de Serra do Salitre. Durante o evento, Lula falou sobre a capacidades agrícolas do Brasil e prometeu que o país será ‘celeiro do mundo’.

“Aquilo que a gente dizia ‘o celeiro do mundo’ é o que vai acontecer com o Brasil. Não apenas do ponto de vista de carne, do ponto de vista da produção de soja, de milho, de cana… Do ponto de vista também da produção de energia renovável. O Brasil será um país imbatível neste momento que a gente discute transição energética, que a gente discute a questão climática”, disse.

De acordo com o governo federal, a fábrica de fertilizantes inaugurada no Triângulo Mineiro vai fornecer cerca de 1 milhão de toneladas de fertilizantes fosfatados anualmente para a agricultura do país em 2025, o que equivale a 15% da produção nacional.

“Não existe arma de guerra mais importante na face da Terra do que o alimento. O alimento é a arma mais importante, porque é a sobrevivência de todas as espécies vivas do planeta. E se o alimento é importante, e o fertilizante é tão importante para a produção desse alimento, a pergunta que nós fazemos é: por que um país com a vocação agrícola que tem o Brasil já não se transformou em um país autossuficiente?”, questionou o presidente.

Lula aproveitou o evento para criticar o encerramento das atividades de fábricas desse tipo no passado. “Porque aqui havia a predominância de um ‘complexo de vira-lata’, de achar que o Brasil era inferior”, disse.

Segundo o governo federal, o novo complexo do triângulo mineiro vai executar desde extração do fosfato até a produção de fertilizantes granulados.

Também participaram do evento os ministros Alexandre Silveira (Minas e Energia) e Carlos Fávaro (Agricultura e Pecuária), o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e outras autoridades.

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Fonte: Nacional

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BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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