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BRASIL

Justiça de São Paulo nega prisão de motorista de Porsche

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Porsche destruída após acidente em São Paulo na madrugada de domingo (31)
Reprodução – 31/03/2024

Porsche destruída após acidente em São Paulo na madrugada de domingo (31)

A Justiça de São Paulo negou a prisão temporária de Fernando Sastre de Andrade Filho, motorista do Porsche que provocou a morte de um motorista de aplicativo na Zona Leste da capital paulista.

Fernando foi indiciado por homicídio doloso, lesão corporal e fuga de local de acidente. A polícia chegou a solicitar a prisão do motorista, mas a Justiça paulista negou o pedido. O homem se apresentou à delegacia 38 horas após o acidente .

A defesa de Fernando disse em entrevista ao site Uol que a prisão temporária foi negada pela Justiça “por falta de preenchimento dos requisitos autorizadores de tal prisão”. Os advogados também alegam que Fernando não fugiu do local e que, por já ter prestado socorro às outras vítimas, foi “devidamente qualificado pelos policiais militares de trânsito, tendo sido liberado pela PM para que fosse encaminhado ao hospital”.

Acidente

Fernando, de 24 anos, que conduzia um Porsche, bateu na traseira de outro carro, um Renault Sandero, e matou o condutor do veículo na madrugada de domingo (31). O acidente aconteceu na Avenida Salim Farah Maluf, no Tatuapé, zona leste da capital paulista.

De acordo com testemunhas, o veículo aparentava estar em velocidade acima do limite para a via, que é de 50 km/h, e o acidente teria ocorrido quando Fernando fez uma ultrapassagem em alta velocidade. Segundo o boletim de ocorrência do caso registrado na Polícia Civil, o jovem teria fugido do local do acidente.

O motorista estava sendo procurado depois de fugir do local com a ajuda da mãe, mas compareceu horas depois ao 30º Distrito Policial, no Tatuapé, Zona Leste de SP, onde o caso havia sido registrado.

A vítima, Orlando da Silva Viana, foi socorrida e levada em parada cardiorrespiratória ao Hospital Municipal do Tatuapé, mas não resistiu e faleceu.

Um amigo de Fernando que, segundo a polícia, também estava no Porsche, foi levado ao Hospital São Luiz no Tatuapé. Até a manhã de segunda (1º), ele seguia internado. Seu estado de saúde é desconhecido.

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Fonte: Nacional

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BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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