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POLÍTICA

Profissionais da dança são homenageados em sessão especial na ALMT

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Um dia após o encerramento das atividades da 16ª Mostra de Dança de Mato Grosso, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) recebeu profissionais do segmento para uma noite de homenagens. Mais de 70 moções de aplausos foram entregues na segunda-feira (29), durante sessão especial requerida pelo deputado Beto Dois a Um (PSB). 

Segundo o parlamentar, além de festejar aqueles que dedicam a vida a essa expressão artística, a solenidade foi uma forma de destacar os avanços do setor. “Nosso estado tem cada vez mais escolas de dança, festivais, participações em eventos dentro e fora do país. Estamos aqui para reconhecer todo um trabalho que vem sendo construído ao longo de anos”, disse o deputado. 

O produtor cultural Kelson Panosso, diretor da Companhia das Artes e Associados (Cidarta), começou a dançar em 1981 e fez toda a sua formação em Cuiabá. Depois de viajar o mundo como bailarino, ele decidiu se dedicar ao ensino de novos profissionais. “É gratificante estar aqui porque a dança, na minha história e de muitas pessoas, foi porta de entrada para as artes, meio de obter conhecimento, cultura e mudança de vida”, afirmou Kelson.

Sandra Furtado, uma das homenageadas durante a sessão, presencia as transformações que a dança é capaz de proporcionar a mais de 600 pessoas, especialmente crianças e jovens, matriculadas nos cursos da Escola Municipal de Dança de Primavera do Leste. As atividades são gratuitas, divididas em quatro polos e têm servido de modelo para outros municípios.

O secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso, Jefferson Neves, participou da solenidade e destacou os incentivos realizados pelo Governo para fomento de ações em benefício da dança e de outras expressões artísticas, com objetivo de aproximar os artistas do público e diversificar as produções culturais.

“Precisamos aproveitar os talentos e potencialidades da nossa gente. Mato Grosso dá aula de diversidade; aqui temos grupos de dança clássica, contemporânea, centros que difundem danças tradicionais, como os centros de tradições gaúchas, nordestinas e da cultura afro-brasileira. Atualmente, promovemos um importante festival de quadrilhas juninas, o Festrilha. Já começaram os trabalhos para organizar a próxima edição da Mostra de Dança de Mato Grosso. Enfim, são alguns exemplos e eles atestam essa diversidade”, explicou o secretário. 

Dia Estadual da Dança – A Lei n° 8.479/2006, de autoria do ex-deputado estadual Carlos Brito, instituiu o Dia Estadual da Dança em Mato Grosso, que segue a data da comemoração mundial (29 de abril), definida pela Organização das Nações Unidos para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) por ser o dia de nascimento do francês Jean-Georges Noverre (1727-1810), bailarino e professor de balé. 


Secretaria de Comunicação Social

Telefone: (65) 3313-6283

E-mail: imprensa1al@gmail.com


Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA

TJMT suspende desocupação em condomínios após pedido da ALMT

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Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.

A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.

“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.

O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.

Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.

“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.

Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.

O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.

A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.

De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.

Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.

Fonte: ALMT – MT

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queiroz

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