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“A Maré não precisa de ocupação policial”, diz liderança local

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Governador do Rio diz que não haverá ocupação
Foto: Tomaz Silva/ Agência Brasil

Governador do Rio diz que não haverá ocupação

O governador do Rio de Janeiro , Cláudio Castro, firmou parceria com o Governo Federal para atuação no Complexo da Maré , Zona Norte doRio de Janeiro. A ação integrada contará com auxílio de drones e suporte da Força Nacional. Castro afirmou que não haverá “ocupação” na Favela, apenas “combate à criminalidade”.

“Estamos preparando grandes ações para as áreas conflagradas. Ressalto que não haverá ocupação no Complexo da Maré, mas sim operações estratégicas e pontuais, começando por essa região, e depois expandindo para outras localidades”, disse o governador nesta sexta-feira(29), após reunião com secretário-executivo do Ministério da Justiça de Segurança Pública, Ricardo Garcia Cappelli.

A notícia causou tensão entre os moradores da região. De acordo com levantamentos do 7º Boletim Direito à Segurança Pública na Maré, realizado pela ONG Redes da Maré, em 2022 houve um aumento de 145% de mortes em operações policiais no Complexo. Dentre as vítimas, 81% eram homens negros .





“A Maré precisa de ocupação sociocultural”

Segundo liderança local, que preferiu não se identificar, ”A Maré não precisa de uma ocupação policial. A Maré precisa de uma ocupação sociocultural que venha influenciar na parte de econômica de maneira direta. Até hoje muitos moradores vivem os resquícios da operação de 2014”, disse o jovem negro, que cresceu na região.

Militares ocuparam o Complexo em 2014
Foto: Tânia Rêgo/ Agência Brasil

Militares ocuparam o Complexo em 2014


Em 2014, as 2,7 mil agentes das Forças Armadas ocuparam 15 comunidades do Conjunto. Operação resultou em 16 mortes e 162 prisões em 15 dias. Além da apreensão de 101 armas e 2.252 munições.O morador detalha bastidores da ação na época.

“A insegurança era constante, a troca de tiros era muito maior. Sem falar nos casos de violações de residências. Nós, moradores da Maré, temos uma péssima lembrança desse período. Isso não resolve o problema de violência ”, desabafou.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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