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POLÍTICA

Ação social coordenada por Wilson Santos leva serviços essenciais ao Contorno Leste

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Antes do anúncio da Prefeitura de Cuiabá sobre a regularização das áreas do Contorno Leste, neste sábado (30), o deputado estadual Wilson Santos (PSD) realizou a 8ª edição do Mutirão da Cidadania Social na região, com apoio da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). O evento, realizado no Centro Comunitário do Jardim Esperança 2, ofertou mais de 20 serviços aos moradores e contou com a participação de entidades públicas e privadas.

“Essa é a nossa grande satisfação, não ter perdido o nosso vínculo com o nosso público mais humilde e vulnerável. Nosso mandato é por um Mato Grosso mais justo para todos. E não um estado concentrador de renda que mostra ao mundo o seu potencial em produção de alimentos e não mostra a fila dos excluídos. Meu mandato é em favor dos mais humildes e daqueles que mais precisam. Precisamos equilibrar essa balança e trabalhando em favor da construção de políticas públicas compensatórias que garantam qualidade de vida e dignidade ao cidadão”, comentou o parlamentar.

De acordo com a presidente da Associação de Moradores do Jardim Esperança 2, Sirley Valetin, o mutirão chegou em uma boa hora, pois a região é muito carente. “O Wilson está de parabéns com este mutirão. Foi tudo maravilhoso! A comunidade tem mais dificuldade para ter acesso a atendimentos médicos e dentistas. Na verdade, em toda a área da saúde e o mutirão trouxe para nós. Ele é um grande parceiro e estendeu a mão para nós”, declarou a presidente.

O morador Vanderlei Luiz aproveitou alguns serviços e levou os cinco filhos para ter um momento diversão em espaço específico de recreação. Já, a moradora Neide Ferreira Valetin ficou muito feliz de ver os amigos da região participando do mutirão e conseguido ser atendidos em serviços que, muitas vezes, estão bem distantes da região, principalmente na área da saúde.

No evento, a comunidade pôde aproveitar diversos atendimentos gratuitos, entre eles: consultas médicas, aferição de pressão e glicemia, orientações jurídicas, emissão de documentos (RG e CPF), atualização do CadÚnico e do Bolsa Família, balcão de emprego, corte de cabelo, serviços de beleza, vacinação antirábica para cães e gatos e atividades educativas. Dentre os parceiros, estão a Defensoria Pública, Instituto Gallo Ensina, Prefeitura de Cuiabá, Politec, Angeli com o projeto “Nos Limites da Natureza”, além de voluntários e lideranças comunitárias que são essenciais para que o projeto siga crescendo e alcançando cada vez mais pessoas.

Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA

TJMT suspende desocupação em condomínios após pedido da ALMT

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Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.

A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.

“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.

O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.

Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.

“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.

Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.

O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.

A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.

De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.

Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.

Fonte: ALMT – MT

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queiroz

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