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Afegãos acomodados em Praia Grande receberão tratamento médico

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Os cerca de 150 imigrantes afegãos que foram transferidos do Aeroporto de Guarulhos, onde estavam temporariamente para a Colônia de Férias do Sindicato dos Químicos, em Praia Grande (SP), receberão atendimento médico adequado, alimentação e espaço para repouso. Não há prazo definido para a permanência do grupo de refugiados no local. O transporte do grupo teve início na noite dessa sexta-feira (30) e todos foram cadastrados pelo Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur). Entre os transferidos, 35 são crianças e 16 são adolescentes com idades entre 12 e 17 anos.

“Após uma série de encontros e negociações, a Secretaria Nacional de Justiça (Senajus), juntamente com seus parceiros, encontrou local adequado para colocar em prática essa ação e retirar o grupo de famílias refugiadas que estavam alojadas de forma precária no aeroporto e que viviam em situação delicada em seu país de origem”, afirmou o assessor da Senajus, Rodrigo Portella, que fez parte da equipe que chegou a Guarulhos na última quarta-feira (28).

A retirada dos afegãos do aeroporto ocorre após surto de sarna entre os imigrantes, um dos fatores que demonstram a precariedade a que estavam sujeitos. A doença, altamente infecciosa, se prolifera rapidamente em locais de má higiene, e foi detectada no dia 21 de junho.

Hospedagem

A Colônia de Férias do Sindicato dos Químicos possui 50 apartamentos com cozinha, fogão, geladeira, microondas, dois beliches, ventilador, banheiro e televisão. Nas áreas comuns há jardim, piscina, uma grande área de convivência, espaço para tratamento de saúde e promoção de refeições.

A transferência foi viabilizada Senajus e ocorreu em parceria com o Acnur, governo de São Paulo, prefeitura de Guarulhos, prefeitura de Praia Grande, Organização Internacional para as Migrações (OIM), Cáritas e outras entidades da sociedade civil.

Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, desde o início da nova gestão a pasta, participa ativamente de medidas que visam amenizar a situação desencadeada no Aeroporto Internacional de Guarulhos, integrando um grupo composto por diversos órgãos e entidades que monitoram o fluxo no aeroporto e apoia, dentro das políticas públicas já estabelecidas, todos os imigrantes que chegam no local.

Além disso, garante um primeiro registro a todos que chegam, seja como solicitantes de refúgio ou como residente por acolhida humanitária. Entre setembro de 2021 e abril deste ano, 11.356 vistos humanitários foram autorizados. Desses, 7.517 foram emitidos. Outras 2.942 autorizações de residência foram concedidas e 603 refugiados reconhecidos.

Fonte: EBC GERAL

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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