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Lucas do Rio Verde

Agendamento para campanha de “Doação de Sangue” começa nesta quinta-feira (11)

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Inicia nesta quinta-feira (11), o agendamento para a Campanha de Doação de Sangue. A iniciativa é da Secretaria Municipal de Saúde de Lucas do Rio Verde e Banco de Sangue de Sorriso.

O cadastro é realizado por meio do site da Prefeitura de Lucas do Rio Verde e a coleta será realizada no sábado (13), na Central de Regulação, das 7h30 às 11h e das 13h às 16h30.

São ofertadas 80 vagas e mais 40 de cadastro reserva. Esta é a nona campanha realizada em 2025 e conta com o patrocínio da Eletromóveis Martinello e FS.

Em oito edições, foram coletadas 544 bolsas de sangue que ajudaram a reforçar os estoques do Banco de Sorriso, responsável por atender a Região Teles Pires.

Ao longo deste ano, a campanha contou com o apoio de empresas e instituições, como a Amazônia Máquinas, Avant Cred, BRF, Grupo Guimarães, GGF, Lascito, Senai e Unilasalle.

Doar sangue é um ato de amor ao próximo. Uma única doação pode ajudar a salvar a vida de até quatro pessoas. O sangue é essencial na realização de transplantes, cirurgias e tratamentos de doenças graves.

Qualquer pessoa pode ser um doador, desde que atenda aos seguintes critérios:

  • Ter entre 16 e 69 anos de idade (menores de idade devem apresentar autorização dos pais ou responsável)
  • Estar em boas condições de saúde
  • Ter mais de 50 quilos
  • Estar descansado e alimentado
  • Não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 12 horas que antecedem a doação
  • Intervalo mínimo entre as doações, homens (dois meses) e mulheres (três meses)
  • Apresentar um documento original com foto

Em caso de dúvidas, disque 65 3548 2506.

A Central de Regulação está localizada a Rua Corbélia, n. 1.859 – S, Jardim das Palmeiras (antigo Fórum)

Agendamento, clique aqui!

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Lucas do Rio Verde

Lucas do Rio Verde e o milho: a construção de um modelo que transformou produção em desenvolvimento

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Lucas do Rio Verde construiu, ao longo das últimas décadas, uma trajetória que vai além da produção agrícola. O município consolidou um modelo baseado em conhecimento, planejamento e capacidade de transformação, tendo o milho como um dos principais pilares desse processo.

As bases desse avanço foram lançadas no início dos anos 2000, quando a Fundação Rio Verde iniciou os primeiros experimentos voltados à safrinha, hoje consolidada como segunda safra. Naquele momento, ainda sem a estrutura atual, a pesquisa agrícola no município partia de uma convicção simples: era preciso produzir mais milho.

Entre os estudos conduzidos, uma mudança técnica se mostrou decisiva. A redução do espaçamento entre linhas de 90 para 45 centímetros, aliada ao aumento da população de plantas, elevou a produtividade em até 50% sem aumento de custo. Inicialmente vista com desconfiança, a prática foi validada em campo e rapidamente se consolidou. Hoje, esse modelo é utilizado em praticamente toda a produção de milho em Mato Grosso e no Cerrado brasileiro.

Com essa base técnica consolidada, o município avançou para um novo estágio: agregar valor à produção. O milho deixou de ser apenas grão e passou a ser transformado dentro do próprio território, conectando agricultura, indústria e proteína animal em uma cadeia integrada.

Os números mais recentes evidenciam essa força. Na safra 2025/2026, conforme dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), de (março de 2026), Lucas do Rio Verde cultivou 147.097 hectares de milho, com produtividade média de 7.250 kg por hectare, resultando em uma produção de 1.066.521 toneladas.

Esse desempenho está inserido em um contexto ainda maior: Mato Grosso é hoje o maior produtor de milho e de etanol de milho do Brasil , consolidando-se como o principal polo dessa cultura no país.

Embora parte da produção brasileira seja exportada, cerca de dois terços do milho permanecem no mercado interno, sustentando diferentes cadeias produtivas. Desse volume, aproximadamente 60% são destinados à produção de proteína animal, cerca de 22% à produção de etanol e os 18% restantes abastecem diversos segmentos industriais, segundo a Associação Brasileira de Milho e Sorgo (Abramilho).

Em Lucas do Rio Verde, essa lógica se materializa de forma integrada. A escala produtiva sustenta um setor industrial importante, com capacidade instalada para produzir mais de 600 milhões de litros de etanol de milho por ano, consolidando o município como referência em bioenergia. Paralelamente, a produção de DDGs fortalece a nutrição animal, ampliando a eficiência da pecuária e garantindo o aproveitamento integral do milho.

Essa integração se estende à agroindústria de proteína. O município conta com unidades de abate de suínos e aves, que utilizam o milho e seus derivados como base nutricional, fechando um ciclo produtivo completo, do campo à mesa.

Mais do que volumes expressivos, o que se consolida no município é um modelo de desenvolvimento. Um modelo que nasce na pesquisa, ganha escala no campo, se fortalece na indústria e retorna em forma de valor agregado para toda a economia local.

Para o prefeito Miguel Vaz, o milho representa muito mais do que uma cultura agrícola. “Lucas do Rio Verde mostra, na prática, que é possível produzir com eficiência, agregar valor e transformar isso em qualidade de vida para as pessoas. O milho é parte da nossa história e também do nosso futuro”, destacou.

Mais do que produzir, Lucas do Rio Verde mostra como transformar. E é essa transformação que sustenta seu desenvolvimento e projeta seu papel como referência.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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