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Agronegócio

Agrishow de Ribeirão Preto põe ingressos à venda

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Os produtores e demais interessados em visitar a edição deste ano da Agrishow, considerada a maior feira agropecuária do país, poderão adquirir os ingressos para o evento a partir do dia 22 de janeiro, segundo comunicado divulgado pelos organizadores.

A Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação, a Agrishow, será realizada de 29 de abril a 3 de maio, em Ribeirão preto, interior de São Paulo.

Os primeiros lotes de ingresso custarão R$ 60 e poderão ser adquiridos até o dia 26 de fevereiro. A partir desta data, o valor passará a ser de R$ 70, subindo para R$ 120 nos dias do evento, entre 29 de abril e 3 de maio.

A orientação dos organizadores é para que o público antecipe a compra dos ingressos dada a limitação para vagas de estacionamento e número de frequentadores. Em 2023, a feira reuniu mais de 800 marcas expositoras e mais de 195 mil visitantes.

Uma das maiores feiras agrícolas no mundo e a maior feira agropecuária do Brasil, a Agrishow reúne soluções para todos os tipos de culturas, safras, máquinas e tamanhos de propriedades, além de ser reconhecida como o palco dos lançamentos das principais tendências e inovações para o agronegócio.

Caminhando para sua 29ª edição de sucesso absoluto, a feira reuniu em 2023 mais de 800 marcas expositoras e mais de 195 mil visitantes qualificados em 530.000 m² de área, apresentando o que há de mais novo neste show de tecnologia rural.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Atenção para a declaração de rebanho obrigatória

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A atualização cadastral dos rebanhos, obrigatória para produtores rurais em todo o país, ganha força neste ano com a abertura das primeiras janelas de declaração em diferentes estados. Embora o calendário varie conforme a unidade da Federação, a exigência já se consolidou como um dos principais instrumentos de controle sanitário da pecuária brasileira.

Em Goiás, a primeira etapa de 2026 ocorre entre 1º e 31 de maio, conforme cronograma da Agência Goiana de Defesa Agropecuária. O procedimento é obrigatório e exige que o produtor informe a situação atualizada dos animais na propriedade, incluindo nascimentos, mortes e movimentações.

A exigência, no entanto, não é isolada. Estados como Rio Grande do Sul já realizam a declaração entre abril e junho, enquanto Paraná segue calendário semelhante. No Centro-Oeste, modelos semestrais também são adotados, com etapas distribuídas ao longo do ano, como ocorre em Mato Grosso do Sul. Já em Mato Grosso e Rondônia, a atualização costuma ocorrer no fim do ano, concentrada entre novembro e dezembro.

Apesar das diferenças de prazo, a lógica é a mesma em todo o país: manter um banco de dados atualizado sobre o rebanho nacional, permitindo resposta rápida a eventuais surtos sanitários e maior controle da movimentação animal.

Na prática, o produtor deve declarar todas as espécies existentes na propriedade — de bovinos e suínos a aves, equinos, ovinos, caprinos, abelhas e animais aquáticos — garantindo que o cadastro reflita a realidade atual da produção.

A medida ganhou ainda mais importância com o avanço do Brasil no status sanitário internacional, especialmente após a retirada gradual da vacinação contra febre aftosa em diversas regiões. Com menor margem para erro, a rastreabilidade e o controle do rebanho passaram a ser considerados essenciais para a manutenção de mercados e abertura de novos destinos para a carne brasileira.

Além da sanidade, os dados também são utilizados para orientar políticas públicas e planejamento do setor. Informações atualizadas permitem dimensionar com precisão o tamanho do rebanho, direcionar campanhas de controle de doenças e apoiar decisões comerciais.

O descumprimento da obrigação pode gerar penalidades, incluindo multas e restrições operacionais. Na prática, o produtor fica impedido de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento indispensável para transporte e comercialização, o que pode travar a atividade dentro da porteira.

Com a digitalização dos sistemas, o processo tem migrado para plataformas online, o que amplia o acesso, mas também exige atenção redobrada do produtor quanto a prazos e regularidade cadastral.

Em um cenário de maior exigência sanitária e competitividade internacional, a declaração de rebanho deixou de ser apenas uma obrigação burocrática e passou a integrar a estratégia produtiva da pecuária brasileira — com impacto direto sobre a segurança do sistema e a capacidade de acesso a mercados.

Fonte: Pensar Agro

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