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Agronegócio

Agro brasileiro consolida-se como pilar geopolítico em meio a crises globais

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O agronegócio do Brasil não é mais só um setor que produz commodities e dólares. Ele se tornou um trunfo econômico vital para o país. Com guerras, problemas na logística mundial, clima maluco e barreiras comerciais crescendo por aí, poucos lugares no mundo têm o que o Brasil oferece: produção em grande escala de alimentos e proteínas a preços que cabem no bolso global. Sem o agro brasileiro, o mundo passa fome mais rápido e paga mais caro na mesa.

Em 2025, cerca de 50% de tudo o que o Brasil exportou veio do campo, segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Esses dólares ajudam a equilibrar as contas do país e dão força nas negociações internacionais. Em resumo: o agro não é só negócio, é poder de verdade no tabuleiro mundial.

O Brasil avança na produção sustentável, misturando ciência, economia e preservação. Modelos como o sistema lavoura-pecuária-floresta (ILPF), que planta lavouras, cria gado e preserva mata na mesma área, já cobrem milhões de hectares. Eles recuperam solos cansados, aumentam a colheita em até 30% e ajudam a prender carbono no ar – bom para o bolso e para o planeta.

Práticas como plantio direto (sem virar a terra toda hora), uso de adubos biológicos feitos de micróbios e bom manejo do solo cortam custos e emissões. O país preserva 61% de sua vegetação nativa, sendo 34% em fazendas privadas, enquanto quebra recordes: soja pode bater 155 milhões de toneladas na safra 2025/26, e carne bovina chega a 10 milhões de toneladas exportadas. O segredo? Rentabilidade no bolso do produtor, que banca novas tecnologias e cuidados com a terra.

O agro é o projeto de nação que sustenta famílias rurais e o mundo. Com equilíbrio entre lucro, meio ambiente e gente, ele segue imbatível.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Pequenos produtores ampliam presença no mercado internacional

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O comércio exterior deixou de ser uma realidade exclusiva das grandes tradings e cooperativas para se tornar uma oportunidade cada vez mais concreta para pequenos negócios ligados ao agronegócio brasileiro.

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) mostram que 877 microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte do setor exportaram seus produtos em 2025, um crescimento de 154,9% em comparação com 2015.

Mais expressivo ainda foi o avanço da receita gerada por esses negócios. Em dez anos, o faturamento das exportações quintuplicou, passando de R$ 583 milhões para R$ 2,9 bilhões, um crescimento de 402%. Os números revelam uma mudança importante no perfil do comércio exterior brasileiro e demonstram que produtores de menor porte estão encontrando espaço em mercados cada vez mais exigentes ao redor do mundo.

O avanço é resultado de uma combinação de fatores, entre eles a busca internacional por alimentos diferenciados, a organização dos produtores em cooperativas, o acesso a certificações de qualidade, a profissionalização da gestão rural e a abertura de novos mercados para produtos com identidade regional. Hoje, cafés especiais, mel, frutas, castanhas, erva-mate, pescados, queijos artesanais e diversos outros produtos oriundos de pequenas propriedades já chegam a consumidores na Europa, Ásia, Oriente Médio e América do Norte.

O crescimento também mostra que exportar deixou de ser apenas uma estratégia para grandes volumes. Em muitos casos, o diferencial competitivo está justamente na qualidade, na rastreabilidade, na sustentabilidade e na história por trás do produto. É o caso de pequenos cafeicultores de Minas Gerais e Espírito Santo, produtores de mel do Sul do país, fruticultores do Nordeste e agroindústrias familiares que agregam valor à produção antes de comercializá-la.

Segundo dados do governo federal, os pequenos negócios já representam mais da metade das empresas exportadoras do agronegócio brasileiro. Embora ainda respondam por uma parcela menor do valor total exportado quando comparados aos grandes grupos, sua participação cresce ano após ano e demonstra o potencial de inclusão produtiva e geração de renda no campo.

A expansão das exportações de pequenos produtores também fortalece economias regionais, estimula investimentos em tecnologia e incentiva a sucessão familiar nas propriedades rurais. Em um cenário de crescente demanda global por alimentos, o mercado internacional passa a ser visto não apenas como uma oportunidade de negócios, mas como um caminho para aumentar a rentabilidade e reduzir a dependência exclusiva do consumo interno.

Os números mostram que a internacionalização do agro brasileiro não está acontecendo apenas nas grandes fazendas ou nas multinacionais do setor. Ela também avança dentro das pequenas propriedades, onde produtores encontram novas oportunidades para transformar qualidade, tradição e inovação em renda e desenvolvimento.

Fonte: Pensar Agro

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queiroz

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