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Aliado de Pablo Marçal e vice de Datena brigam após debate em São Paulo; veja vídeo

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Vice de Datena e aliado de Marçal brigam após debate político em SP
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Vice de Datena e aliado de Marçal brigam após debate político em SP


Neste domingo (1º), uma cena de tensão e confronto esquentou ainda mais a corrida política pela prefeitura de São Paulo . José Aníbal , ex-senador do PSDB e candidato a vice-prefeito na chapa de José Datena , foi flagrado em um bate-boca com Marcos Diniz , assessor de Pablo Marçal (PRTB) , após o debate realizado pela TV Gazeta/My News.

O tumulto surgiu logo após o encerramento da coletiva de imprensa de Pablo Marçal. Aníbal e Diniz iniciaram uma discussão que rapidamente se transformou em troca de ofensas. A situação se agravou ainda mais quando uma terceira pessoa, na tentativa de intervir, empurrou Diniz, intensificando o caos no local.

José Aníbal admitiu que o início da confusão foi sua acusação de que Pablo Marçal seria um “ladrão”. “Diniz ficou enfurecido quando eu gritei que Marçal é um ladrão enquanto ele dava uma entrevista. Continuei afirmando isso porque, para mim, é a verdade”, explicou Aníbal.

Os registros capturados pelo site IstoÉ e da equipe de Marçal mostram Aníbal chamando Diniz de “provocador” e “vagabundo”, o que desencadeou uma série de empurrões e tumultos entre os presentes.

Marcos Diniz relatou que, ao ouvir o empresário ser chamado de “bandido”, respondeu de forma semelhante, chamando Aníbal de “bandido”. Diniz afirmou ter sido cercado e pressionado por várias pessoas que tentaram intimidá-lo, forçando-o a se proteger e recuar. “Fui pressionado até ficar encostado na parede. Mantive minhas mãos baixas para evitar acusações de agressão, enquanto me empurravam”, defendeu-se Diniz.

Briga entre Marçal e Datena

Durante uma resposta no debate, Datena se irritou com Marçal, que fazia gestos com as mãos para as câmeras. Os dois começaram a discutir e pedir direito de respostas, e o momento culminou com o apresentador saindo do púlpito após ser provocado pela oposição.

A mediadora chegou a segurar Datena fisicamente, advertir e punir os dois candidatos, e encerrar o bloco mais cedo.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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