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POLÍTICA

ALMT entrega Comenda Dante de Oliveira a 13 autoridades do TRE/MT

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso, por intermédio da presidente em exercício, Janaina Riva (MDB), e do primeiro- secretário, deputado Max Russi (PSB), fez a entrega de 13 comendas Dante de Oliveira a desembargadores, juízes membros titulares, substitutos e auxiliares do Tribunal Regional Eleitora (TRE), do último biênio (2021/2023). As homenagens foram feitas na manhã desta quarta-feira (3), no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour. 

De acordo com Janaina Riva, na semana passada, a Assembleia Legislativa foi homenageada pelo Tribunal Regional Eleitoral, quando recebeu uma moção pelo apoio pelas parcerias que o Parlamento fez com o Tribunal nos últimos anos. Segunda ela, as parecerias foram feitas para regularização e emissão de títulos de eleitores,  o que resultou na emissão de mais de 5 mil documentos. 

“O maior papel da Justiça Eleitoral é garantir a cidadania e o exercício do direito ao voto aos cidadãos brasileiros. Aqui em Mato Grosso, a Assembleia participou de uma força-tarefa com o TRE, onde conseguimos em todo Mato Grosso quebrar recordes na emissão de títulos eleitorais, chegando a 5.088 documentos”, disse Riva. 

Para o desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, que presidiu o TRE no último biênio (2021/2023), a Comenda Dante de Oliveira vem ao encontro do reconhecimento da democracia e da cidadania pautado pelo Tribunal nas eleições de 2022. 

“A eleição, em Mato Grosso, foi tranquila e transparente sem qualquer entrave e sem problemas. Em nome do Tribunal, a homenagem representa muito à imagem do TRE. O nosso Tribunal é o mais transparente de todo o Brasil. A Justiça Eleitoral não escondeu e nem esconde nada da população, ela demonstra a sua lisura na condução dos trabalhos voltados às eleições”, afirmou Carlos Alves da Rocha.

O primeiro-secretário, deputado Max Russi (PSB), disse que os 24 parlamentares coadunam com as homenagens ao Tribunal Regional Eleitoral pela condução do processo eleitoral de 2022. Segundo ele, ao fortalecer a Justiça Eleitoral, a democracia sai mais robusta, permitindo que o pleito seja mais isonômico. 

“O nosso TRE, de forma muito autônoma, conduziu as eleições sem incidentes. Foi uma eleição limpa e transparente. Houve a participação de todos os partidos com igualdade no pleito. O processo foi justo e democrático. Por isso a comenda é um dos meios para reconhecer o trabalho realizado de forma imparcial”, disse Russi.  

O juiz substituto do TRE, Abel Sguarezi, um dos homenageados, afirmou que é “ a maior gratidão dos membros do Tribunal receber as homenagens e serem reconhecidos com a comenda. É uma honraria que ficará por toda a eternidade. A Assembleia, que representa o povo, está condecorando os membros do TRE pelos trabalhos realizados nas eleições de 2022”, explicou Sguarezi.   

A Comenda Dante de Oliveira é uma das mais altas honrarias concedidas pelo Parlamento estadual e foi instituída pela ALMT com o intuito de homenagear pessoas com destaque nas áreas de direitos humanos, democracia e da cidadania do Estado. 

Vale destacar que no último biênio (2021/2022) o TRE e a Assembleia Legislativa firmaram parcerias com o objetivo de fortalecer a democracia como, por exemplo, em mutirões à regularização de títulos de eleitor, em campanhas voltadas à importância do voto e ainda na cobertura e transmissão da apuração e resultado das eleições pela TV Assembleia (canal 30.1).

Veja a lista dos desembargadores, juízes titulares, substitutos e auxiliares do TRE, do último biênio, que receberam a Comenda Dante de Oliveira:

Desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha.

Desembargador Marcos Henrique Machado – representado pela filha Mariana Machado.

Desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho.

Desembargadora Ana Cristina Silva Mendes.

Juiz auxiliar da Corregedoria do TRE, Antônio Veloso Peleja Júnior – representado por Bruno de O. Marques.

Juiz-auxiliar da presidência do TER, desembargador Bruno de D’Oliveira Marques.

Juiz-membro substituto do TRE, Abel Sguarezi.

Juiz-membro do TRE, Eustáquio Inácio de Noronha Neto.

Juiz-membro do TRE, Jackson Francisco Coleta Coutinho.

Juiz-membro do TRE, juiz José Luiz Leite Lindote.

Juiz-membro do TRE, Luiz Octávio Oliveira Saboia Ribeiro.

Juiz-membro substituto do TRE, Pérsio Oliveira Landim.

Juiz-membro substituto do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso, Sebastião de Arruda Almeida.

Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA

TJMT suspende desocupação em condomínios após pedido da ALMT

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Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.

A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.

“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.

O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.

Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.

“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.

Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.

O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.

A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.

De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.

Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.

Fonte: ALMT – MT

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