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POLÍTICA

ALMT entrega moções de aplausos pelos 130 anos da Presença Salesiana no estado

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou sessão solene em celebração aos 130 anos da Presença Salesiana São Gonçalo em Mato Grosso na noite de quinta-feira (28). O Colégio Salesiano São Gonçalo, em Cuiabá, recebeu a cerimônia em que foram entregues moções de aplausos a nove iniciativas.

Diretor da instituição educacional, o padre Hermenegildo Conceição Silva, recebeu uma das homenagens, destinada à escola, que completou 130 anos. “Dom Bosco sonhou, entregou a sua vida pelos jovens e isso iluminou os salesianos que deram continuidade no mundo e, claro, em Cuiabá, Mato Grosso, com a chegada dos salesianos para levar à frente essa área da educação, da oratória. No início o foco foi a qualificação profissional e depois o ensino básico”, lembrou o padre Hermenegildo Conceição Silva. “Acho que [a homenagem] mostra a clareza do nosso trabalho na sociedade cuiabana, na sociedade mato-grossense. Nós temos vários políticos, vários profissionais de várias áreas que saíram daqui do colégio e hoje contribuem de forma muito concreta e positiva na sociedade”, completou.

Uma das Irmãs Filhas de Maria Auxiliadora, instituição também agraciada com moção de aplausos, a Irmã Rosângela Maria Clemente, destacou que a presença da missão no estado há mais de um século. “Nossos irmãos salesianos comemorando 130 anos de história de presença nas terras mato-grossenses e nós, irmãs filhas de Maria Auxiliadora, no próximo ano também comemoraremos 130 anos. Essa missão é partilhada, de educar, de evangelizar, de sempre buscar o protagonismo juvenil e isso nos faz muito feliz porque 130 anos de história significam gerações e gerações formadas para a sociedade, como queria Dom Bosco e Madre Mazzarello, bons cristãos e honestos cidadãos”, expressou a diretora do Colégio Coração de Jesus.

Todo esse histórico será resumido em livro pré-lançado durante a sessão solene, de autoria do Padre Tiago Figueiró, da Comunidade Salesiana São Gonçalo, também homenageada. A obra será publicada pelo Instituto Memória do Poder Legislativo. “Nós vamos contando no livro desde o sonho de Dom Bosco lá de Turim [na Itália], depois o desejo de ter esse trabalho aqui no estado, expresso na pessoa do Bispo Dom D’Amour e do governador Manoel José Murtinho para que os salesianos viessem aqui para atender as necessidades tanto da educação como da questão religiosa”, adianta o autor.

A deputada Janaina Riva (MDB) é autora do requerimento da cerimônia, que foi presidida pelo deputado Silvano Amaral (MDB). “Hoje a Assembleia está prestigiando e valorizando a história do colégio, da Família Salesiana em Mato Grosso. São 130 anos de contribuição importantíssima na área espiritual, na área de educação, na área social. Tantas pessoas, tantos profissionais formados por essa missão”, ressaltou o parlamentar.

Um dos alunos do Colégio São Gonçalo a participar da apresentação musical preparada pela escola, Pedro Borges, de 12 anos, garante que gosta de frequentar a instituição. “Eu estudo desde o terceiro ano do infantilzinho e eu já gosto desde lá, porque aqui tem muita variedade, vários professores, matérias novas, eu gosto de aprender várias coisas”, declarou.

Missão Salesiana – Proclamado pela Igreja Católica como Pai e Mestre da Juventude, Dom Bosco é fundador da congregação salesiana, tendo dedicado a vida à formação de jovens, especialmente os mais vulneráveis, na Europa do século XIX. A pedido do Bispo de Cuiabá, D. Carlos Luiz D’Amour e do Governador Manoel José Murtinho, os salesianos chegaram a Cuiabá em 1894, liderados por D. Luiz Lasagna.

Veja abaixo as moções entregues e os responsáveis por recebê-las:

1. Arcebispo da Arquidiocese de Cuiabá
Arcebispo Diocesano, D. Mário Antônio da Silva
2. Missão Salesiana de Mato Grosso (MSMT)
Presidente Missão Salesiana, Pe. Ricardo Carlos
3. Comunidade Salesiana São Gonçalo
Pe. Umberto Pereira, o salesiano mais idoso (97 anos)
4. Colégio São Gonçalo
Diretor do Colégio São Gonçalo, Pe. Hermenegildo Conceição Silva
5. Paróquia São Gonçalo do Porto
Pároco Pe. Idenilson Lemes da Conceição
6. Presença Salesiana do Coxipó da Ponte
Comunidade Santo Antônio: Pe. Marcelo Almeida Fujimura
Comunidade da Casa Maria Auxiliadora: Ir. Elicia Almeida Rosa
7. Irmãs Filhas de Maria Auxiliadora
Diretora do Colégio Coração de Jesus, Rosângela Maria Clemente
8. Leigos e família devotas de São Gonçalo
Da. Maria do Carmo Monteiro da Silva
9. Missionários e missionárias de Mato Grosso dedicados aos povos Bororo e Xavante
Me. Luís Würtle
Ir. Aurizena Simão do Nascimento
Me. Mário Bordigon

Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA

TJMT suspende desocupação em condomínios após pedido da ALMT

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Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.

A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.

“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.

O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.

Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.

“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.

Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.

O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.

A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.

De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.

Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.

Fonte: ALMT – MT

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queiroz

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