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Amazônia: Brasil e Bolívia lideram ranking de perda florestal

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Áreas de desmatamento no município de Careiro da Várzea, no Amazonas próximo às Terras Indígenas do povo Mura
Alberto César Araújo/Amazônia Real – 18.07.2022

Áreas de desmatamento no município de Careiro da Várzea, no Amazonas próximo às Terras Indígenas do povo Mura

O Brasil e a Bolívia lideram o ranking de perda florestal da Floresta Amazônica, tanto em número absoluto quando em proporcional ao total da vegetação que está em cada território.

Dados da Global Forest Watch mostram que a Bolívia é o país que mais perdeu cobertura florestal original do bioma, sendo 9,06% entre 2002 e 2022. Em seguida, aparece o Brasil, com 8,46% de perda nos últimos 20 anos.

Confira, abaixo, a perda floresta da Amazônia:

País Perda floresta entre 2002 e 2022
Bolívia 9,06%
Brasil 8,46%
Peru 3,58%
Colômbia 3,51%
Equador 2,13%
Venezuela 1,49%
Suriname 1,21%
Guiana 0,87%
Guiana Francesa 0,72%

Ao usar o termo “perda florestal”, a plataforma atesta a remoção da cobertura arbórea, não necessariamente por desmatamento, mas pode ser por fatores como queimadas (legais ou ilegais) e danos em decorrência de fenômenos naturais, por exemplo.

Para realizar o estudo, Global Forest Watch compilou dados de uma colaboração com a Universidade de Maryland, a Google, a USGS e a NASA. A organização também utilizou imagens de satélite para mapear a cobertura vegetal anual.

Em relação à Bolívia, não é a primeira vez que o país apresenta dados negativos em relação à cobertura florestal. No ano passado, o crescimento foi de 32% em comparação com o ano anterior.

Já o território com maior taxa de preservação é o da Guiana Francesa, com perda de 0,72% do bioma nos últimos 20 anos.

No Brasil, a média de floresta perdida nesse período é de 1,3 milhão de hectares por ano, sendo que, em 2022, o índice chegou a 1,69 milhão de hectares, o pior resultado desde 2017, que marcou 1,96 milhão de hectares perdidos.

País Média de floresta perdida em hectare por ano
Brasil 1.308.365
Bolívia 176.043
Peru 117.810
Colômbia 91.495
Venezuela 27.426
Equador 10.790
Suriname 7.387
Guiana 7.160
Guiana Francesa 2.682

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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