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BRASIL

ANA lança relatório de qualidade da água de rios e reservatórios

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A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) lançou nesta sexta-feira (22) o Relatório Digital de Qualidade da Água que mostra a qualidade da água dos rios em mais de 400 mil trechos em todo o Brasil, acessível a todos os cidadãos. O lançamento faz parte das celebrações do Dia Mundial da Água, no país.

O monitoramento da qualidade da água de rios e reservatórios do país consiste basicamente na observação de características físicas, químicas e biológicas da água em determinados trechos de rios. Os resultados desta análise da qualidade permitem avaliar a adequação da água para diversos usos. A diretora-presidente da ANA, Verônica Sánchez, explicou que o relatório é uma espécie de mapa interativo e este monitoramento, feito pela Rede Hidrometeorológica Nacional (RNH), é realizado em mais de 10 mil pontos distribuídos no país, divididos em estações que monitoram parâmetros relacionados aos rios, como níveis, vazões, qualidade da água e transporte de sedimentos, e outros monitoram principalmente as chuvas.

“Se por um lado os estudos nos alertam e trazem informações que que vão balizar a tomada de decisão dos governos federal e estaduais no que se refere os efeitos das mudanças do clima na segurança hídrica, também vão indicar ações de infraestrutura que precisam ser feitas, ações de conservação que precisam ser tomadas,” explicou.

Durante a cerimônia, a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Marina Silva, destacou que evidências científicas e estudos são essenciais para orientar políticas públicas da agência reguladora e que o trabalho da ANA contribui para afastar decisões sobre o uso da água baseadas somente em política e clientelismo. “O Atlas dos Recursos Hídricos do Brasil possibilitou uma série de coisas importantes em relação à locação da água, que é um recurso de uso múltiplo. Hoje, todo mundo, como o prefeito [do município] mais simples, pode dar o clique e ter instruções e informações para pensar como pode planejar o mínimo [do uso da água], customizadamente no seu município, na sua realidade”.

Conselho Nacional

A diretora-presidente da ANA Verônica Sánchez também comemorou a publicação do decreto que restituiu o Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH), composto por representações do governo federal, conselhos estaduais e distrital de recursos hídricos, usuários e organizações civis. “Aquelas organizações que melhor podem representar e darem voz aos anseios da sociedade em todas as instâncias para trazer para maior instância decisória a respeito dos recursos hídricos do Brasil que é o conselho. São aquelas decisões que precisam pautar os nossos passos, os nossos caminhos para os próximos anos”.

A ministra do MMA destacou que as políticas relacionadas à gestão de recursos hídricos devem ter foco nas populações mais vulneráveis “Política pública é pensar a gestão de recursos hídricos voltada para também os mais vulneráveis, os mais prejudicados serão os agricultores familiares, os quilombolas, os povos indígenas. O bom é que a gente aprendeu aqui a ter uma cultura de uma ação sistêmica que não é só olhando a própria agência em si mesma, mas dialogando com o conjunto daqueles que fazem uso múltiplo e a formulação múltipla”.

Mudança do Clima

Durante a cerimônia do Dia Mundial da Água, a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, destacou que dentro do contexto de mudança climática, os brasileiros têm lidado com a escassez de água e, também, com os prejuízos econômicos, sociais e ambientais, motivado pelas inundações. “Qualquer que seja circunstância no contexto de mudança climática, nós somos vulneráveis no meio dessa contradição hídrica que é o Brasil. Ao mesmo tempo que nós somos uma potência hídrica, somos um país vulnerável”.

Marina Silva apontou que o ministério tem trabalho a questão do desmatamento da região do Matopiba, que compreende os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. “Estamos fazendo o pacto pelo Cerrado, porque a destruição do bioma é também a destruição dos nossos recursos hídricos. Água e floresta conversam o tempo todo. Não existe biodiversidade sem água e assim por diante”.

A programação do Dia Mundial da Águas ainda homenageou líderes comunitários e organizações civis que cuidam das águas do Brasil. “Estou agradecida pelo trabalho das pessoas que lidam com a agenda de recursos hídricos, seja nos movimentos sociais, que são fundamentais, seja na academia e dentro da gestão pública, que são fundamentais. A água é um recurso cada vez mais complexo na dinâmica dos governos e nós estamos vivendo uma situação muito particular [no país]”, agradeceu a ministra Marina Silva.

Fonte: EBC GERAL

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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