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Ana Patrícia e Duda batem as australianas e vão disputar o ouro no vôlei de praia

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Ana Patrícia e Duda batem as australianas e vão disputar o ouro no vôlei de praia
ESTADÃO CONTEÚDO

Ana Patrícia e Duda batem as australianas e vão disputar o ouro no vôlei de praia

Ana Patrícia e Duda confirmaram o favoritismo e se classificaram para a decisão feminina do vôlei de praia nos Jogos Olímpicos de Paris-24. Aos pés da Torre Eiffel, nesta quinta-feira (8), as brasileiras passaram apuros, mas conseguiram derrotar as australianas Mariafe Solar e Taliqua Clancy, por 2 sets a 1, com parciais de 20/22, 21/15 e 15/12.

Ana Patrícia e Duda fizeram até aqui uma campanha impecável nos Jogos Olímpicos. Após derrotarem duplas do Egito, da Espanha e da Itália na primeira fase, despacharam japonesas e letãs na etapa eliminatória . Na final, as adversárias serão as canadenses Melissa Humana-Paredes e Brandie Wilkerson. A partida está agendada para esta sexta-feira (9), às 17h30 (de Brasília). Mais cedo, às 16h, as australianas encaram as suíças Tanja Hüberli e Nina Betschart na disputa do bronze.

Nos primeiros pontos da partida, a dupla brasileira mostrou superioridade diante das australianas, que foram algozes da outra dupla do País, formada por Bárbara Seixas e Carol Solberg. No entanto, Duda e Ana Patrícia se mostraram um pouco dispersas com a vantagem que chegou a ser de quatro pontos e somaram erros de recepção que permitiram às jogadores da Austrália igualar o marcador. Também faltou um pouco de reflexo das brasileiras para decidir como concluir as jogadas. Antes mesmo de observar a movimentação defensiva das adversárias, a forma como atacar já estava determinada. Isso facilitou a vida das australianas no primeiro set, que fecharam o placar em 22 a 20.

No segundo set, a partida ficou mais parelha, em um ritmo semelhante ao da parte inicial. Ana Patrícia e Duda voltaram a flertar com uma vantagem boa no mercador, mas as australianas encontravam formas de se aproximar e deixar a dupla brasileira mais tensa, que era obrigada a ganhar o set para se manter sonhando com o ouro.

Quando a dupla brasileira começou a variar mais suas jogadas, os pontos chegaram com maior tranquilidade. Até mesmo os ralis, que vinham favorecendo as australianas se tornaram favoráveis ao Brasil. No entanto, Ana Patrícia pecava nos ataques e só apostava nas pancadas. Em muitas ocasiões, o melhor caminho era escolher as largadinhas. Apesar dos problemas, Duda e Ana Patrícia fecharam o segundo set em 21 a 15 e levaram o jogo para o tie-break.

O set desempate foi repleto de emoções, com ralis disputados pelos dois lados com muito afinco. O jogo foi bastante equilibrado e de maior qualidade, com as duas duplas acumulando acertos. Mas, quando o placar marcava 12/12, as brasileiras aproveitaram uma instabilidade das rivais e fecharam em 15/12.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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