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Apagão em SP: Aneel diz que não tinha previsão da gravidade das chuvas

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Diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Sandoval Feitosa, durante coletiva de imprensa nessa segunda-feira (6)
Reprodução / CNN Brasil – 06.11.2023

Diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Sandoval Feitosa, durante coletiva de imprensa nessa segunda-feira (6)

Durante coletiva de imprensa, o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Sandoval Feitosa, disse, nessa segunda-feira (6), que não havia “previsão da extensão e da gravidade” das chuvas que deixaram milhões de pessoas sem energia por dias em São Paulo . Grande parte da população do estado sofreu com um apagão desde a última sexta-feira (3).

Na ocasião, Feitosa afirmou que a “atuação em conjunto” do governo, das distribuidoras de energia e dos demais órgãos ligados ao poder público é necessária para a retomada completa do abastecimento.

Ele disse que, no sábado (4), um dia após as chuvas, o órgão tomou conhecimento da gravidade da situação e começou a agir para viabilizar as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que foram aplicadas em todo o Brasil no último domingo (5).

O diretor-geral da agência ainda afirmou que, neste momento, todos os esforços estão sendo concentrados em retomar a energia nos pontos que o serviço ainda não foi restabelecido e, “no seu devido momento, apurar as responsabilidades e o que pode ser melhorado”.

Ontem, o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes, afirmou que vai entrar na Justiça caso a concessionária Enel Distribuição São Paulo não restabeleça a energia elétrica de 100% da população da cidade até o final desta terça-feira (7) — data prevista para que o serviço voltasse a funcionar.

Nunes afirmou que a empresa assumiu um compromisso com a população de religar a energia até o final do dia de hoje. “Eu vou entrar na Justiça. Ele [Max Xavier Lins, diretor-presidente da Enel Distribuição São Paulo,] fez um compromisso público comigo. Isso tem valor de contrato”, disse Nunes.

Cerca de 1,4 milhão de moradias chegaram a ficar sem energia na capital paulista em decorrência das chuvas e rajadas de vento que atingiram a cidade na última semana. De acordo com a Aneel, em todo o estado de São Paulo, o número de pessoas que ficaram sem luz foi de 3,7 milhões durante o fim de semana.

Depois disso, nessa segunda, a Enel foi notificada pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon). Em resposta, a companhia alegou que esta foi a primeira vez que teve que lidar com um “acontecimento climático desse tamanho”.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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