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Ataques de 8 de janeiro: STF julga amanhã se acusados vão virar réus

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Na atual fase são 100 denúncias criminais dentro do inquérito sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes
Agência Brasil

Na atual fase são 100 denúncias criminais dentro do inquérito sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes

O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar a partir desta terça-feira (18), no Plenário Virtual , as primeiras denúncias contra os extremistas acusados de participar dos atos antidemocráticos no dia 8 de janeiro.

Segundo a Corte, o primeiro julgamento irá analisar as denúncias contra cem pessoas que ainda estão presas. Ao todo, há 313 pessoas detidas.

O Supremo deve julgar se os envolvidos nos ataques às sedes dos poderes em Brasília, presos preventivamente, responderão pelos crimes atribuídos a cada um deles pelo Ministério Público, como órgão da acusação.

A ação penal com todos os elementos começa caso o Poder Judiciário aceite a denúncia contra os acusados.

Atualmente, constam 100 denúncias criminais dentro do inquérito sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes. Além disso, o STF também deve julgar se os processos serão mantidos na corte ou não.

Dentre as acusações, estão crimes como associação criminosa, abolição violenta do estado democrático de direito, golpe de estado, ameaça, perseguição, incitação ao crime, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

Não há prazo de conclusão do julgamento, já que, ao longo do processo serão juntadas provas, ouvidas testemunhas de defesa e acusação, e colhidos depoimentos dos réus. Após todas essas etapas, o Supremo marcará a data para decidir se condena ou absolve os acusados no processo.

Até agora, o prejuízo estimado, só no Supremo, chega a R$ 11,4 milhões. A restauração total ainda não foi concluída. Juntando os Três Poderes o valor dos estragos somam, até o momento, R$ 26,2 milhões.

A Procuradoria-Geral da República já ofereceu denúncias criminais contra 1.390 pessoas pelos atos extremistas do início do ano.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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