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Ataques no RN: 43 pessoas foram detidas e 12 armas apreendidas

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Rio Grande do Norte registra segunda onda de ataques
Reprodução/redes sociais

Rio Grande do Norte registra segunda onda de ataques


A Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Norte divulgou um novo balanço sobre a  onda de violência que atinge o estado desde segunda-feira (13) e, até o momento, 43 pessoas suspeitas de envolvimento com os ataques foram detidas. 

As informações do boletim divulgado na tarde desta quarta-feira (15) dão conta de que cinco dos presos são foragidos e dois estavam em regime semi-aberto utilizando tornozeleiras eletrônicas. Um adolescente está entre os detidos. 

Para além das pessoas detidas, as operações contra os ataques a diversas cidades deixaram dois mortos.  Um deles foi identificado como José Wilson da Silva Filho, de 29 anos, apontado pela polícia como um dos responsáveis pelos ataques violentos.  Ele morreu após um confronto com a polícia, em João Pessoa, na madrugada desta quarta-feira.

Luciano Augusto, delegado do Departamento de Investigação Contra o Crime Organizado no Rio Grande do Norte (DEICOR-RN), afirmou que o rapaz era monitorado há um ano e ele fazia parte da quadrilha responsável pelos crimes desta semana. 

A Secretaria de Segurança Pública potiguar afirmou ainda que foram apreendidas doze armas de fogo, um simulacro de arma de fogo, 39 artefatos explosivos, nove galões de gasolina, cinco motos e dois carros, além de dinheiro, drogas e munições.

Frota de ônibus recolhida

Na manhã desta quarta-feira, um ônibus e três micro-ônibus foram incendiados e a frota que circulava na Grande Natal, no Rio Grande do Norte, foi recolhida mais uma vez , segundo o Sindicato dos Trabalhadores e Transportadores Rodoviários do estado. 

Desde a madrugada, cerca de 150 agentes da Força Nacional já se reuniram e começaram a atuar no estado. O  ministro da Justiça, Flávio Dino, anunciou o envio de 220 policiais ao local.

O Sindicato do Crime é suspeito de ser o mandante da série de ataques . Um dos fundadores da facção , que estava preso na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, foi transferido para o sistema penitenciário Federal, segundo a Secretaria de Administração Penitenciária do Estado.

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Fonte: IG Nacional

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BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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