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Ataques no RN: polícia investiga financiamento do Comando Vermelho

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Penitenciária estadual de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte
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Penitenciária estadual de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte investiga uma possível parceria financeira entre a facção carioca Comando Vermelho (CV) e a potiguar Sindicato do Crime, uma das responsáveis pela  onda de ataques no estado, de acordo com o jornal local Tribuna do Norte.

“Recebemos a informação de que o Comando Vermelho estaria emprestando [ao Sindicato do Crime] cerca de R$ 200 mil para fortalecer o caixa deles e colaborar nos ataques”, afirmou ao veículo o delegado Luciano Augusto, diretor da Deicor-RN.

A Polícia Civil ainda afirmou que descarta uma possível trégua e aliança entre o Sindicato do Crime e o grupo paulista Primeiro Comando da Capital (PCC).

“Questionamos isso, inclusive aos membros que interrogamos, e eles dizem que é impossível essa união entre as facções pelas mortes que já ocorreram, de um lado e de outro. Chegou isso para nós, mas não confirmamos”, disse o delegado Luciano Augusto, da Deicor. Neste momento, a polícia continua trabalhando na hipótese de que a motivação dos ataques é a cobrança por melhores condições nos presídios.

Uma força-tarefa conjunta entre o Ministério da Justiça e o governo do estado descobriu que duas organizações criminosas rivais, o PCC e o Sindicato do Crime, se aliaram para praticar ataques no Rio Grande do Norte. As facções fizeram uma trégua temporária para causar terror e cometer crimes na região.

Segundo governo federal, a união se deu porque as facções não aceitaram a transferência de chefes do Sindicato do Crime para fora do estado, em janeiro deste ano.

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Fonte: IG Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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