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MATO GROSSO

Atletas com deficiência de até 17 anos representam Mato Grosso nas Paralimpíadas Escolares

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Espírito esportivo e a busca pelo melhor deles mesmos movem os atletas de até 17 anos que estão representando Mato Grosso nas Paralimpíadas Escolares, de 26 a 29 de novembro, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo (SP).

Com o suporte e coordenação da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), a delegação mato-grossense é composta por 50 estudantes com deficiência competindo nas modalidades de atletismo, badminton, bocha, halterofilismo, natação e tênis de mesa. Representantes da Secel, treinadores e alguns acompanhantes também integram o grupo.

O secretário adjunto de Esporte e Lazer da Secel, Beto Corrêa, acompanha a delegação e falou sobre a importância do Estado propiciar essa vivência aos atletas.

“Mato Grosso vem a cada ano aumentando o números de participantes nessa grandiosa competição nacional. É uma oportunidade ímpar para esses jovens competir aqui no quarto maior centro de treinamento do mundo, uma vivência incrível, que os fazem acreditar e sonhar que um dia podem ser atletas paralímpicos”.

Organizadas pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), as Paralimpíadas Escolares do Brasil são consideradas o maior evento esportivo do mundo para atletas com deficiência em idade escolar e, nesta edição, conta com mais de 2 mil crianças e jovens de todo o país, com idade entre 11 e 17 anos. Para participar da competição nacional, os atletas passam por seletivas em seus respectivos Estados. Em Mato Grosso, as etapas estaduais foram realizadas pela Secel.

A delegação mato-grossense conta com atletas com deficiências físicas, visual e intelectual, representando os municípios de Alto Araguaia, Alta Floresta, Cáceres, Campo Verde, Cuiabá, Lucas do Rio Verde, Paranatinga, Rondonópolis e Várzea Grande.

“Uma das metas da Secel é oportunizar o paradesporto em todo o Estado. E o olhar do governador Mauro Mendes, e da primeira-dama, Virgínia Mendes, vai nessa direção de integrar, incluir e valorizar as pessoas com deficiência com a ajuda do poder transformador do esporte”, destaca Beto Corrêa.

As disputas das Paralimpíadas Escolares prosseguem até sexta-feira (29) e podem ser acompanhadas pelo canal de YouTube do Comitê Paralímpico Brasileiro.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Projeto de jiu-jitsu fortalece protagonismo e identidade cultural de estudantes indígenas em Brasnorte

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A Escola Estadual Indígena Tapurá Irantxe, localizada no município de Brasnorte, tem promovido a integração entre educação, esporte e valorização cultural por meio do Projeto Tamukan. A iniciativa utiliza o jiu-jitsu como ferramenta de formação para estudantes, profissionais da educação e membros da comunidade do povo Manoki.

Desenvolvido no ambiente escolar, o projeto busca incentivar hábitos saudáveis, fortalecer a saúde física e mental, promover a defesa pessoal e contribuir para a prevenção da violência. A iniciativa também reforça a valorização da identidade cultural indígena, ampliando as oportunidades de desenvolvimento para crianças e jovens da comunidade.

Reconhecida como a primeira equipe indígena de jiu-jitsu de Mato Grosso, o Projeto Tamukan tem se consolidado como um espaço de aprendizagem, disciplina e fortalecimento do protagonismo juvenil. As atividades são realizadas sob orientação técnica do professor Felipe Tamuxi e contam com o apoio da gestão escolar.

De acordo com o diretor da unidade, Edivaldo Mampuche, o projeto nasceu da necessidade de oferecer aos jovens uma oportunidade de crescimento na própria comunidade. Ele destaca que, desde o início, a escola busca unir esporte, educação e cultura, fortalecendo valores como disciplina, responsabilidade e respeito, sem perder a conexão com as tradições do povo Manoki.

“Nosso objetivo, ao implantar o projeto, foi oferecer aos estudantes uma oportunidade de prática esportiva na comunidade, evitando deslocamentos e garantindo mais segurança para eles. Ao mesmo tempo, buscamos construir uma iniciativa que fortalecesse a disciplina, o compromisso com os estudos e a participação dos jovens nas atividades culturais e comunitárias”, disse.

Ainda segundo ele, “o jiu-jitsu tem se mostrado uma importante ferramenta de formação, contribuindo para o fortalecimento da identidade do povo Manoki e para o desenvolvimento dos estudantes”, completou o diretor.

Os resultados obtidos pelos atletas em competições esportivas refletem o trabalho desenvolvido ao longo do ano. Na etapa Norte do Campeonato Mato-grossense de Jiu-jitsu 2026, realizada na última semana, entre os dias 30 e 31 de maio, em Sorriso, a equipe conquistou sete medalhas: uma de ouro, uma de prata e cinco de bronze.

Fonte: Governo MT – MT

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