quinta-feira, 30 de julho de 2026
MUNDO

Aumento do antissemitismo vira pauta de autoridades internacionais

Israel divulga novas imagens das Forças de Defesa na Faixa de Gaza, durante incursões terrestres
Forças de Defesa de Israel – 1.11.23

Israel divulga novas imagens das Forças de Defesa na Faixa de Gaza, durante incursões terrestres

As autoridades internacionais emitiram um alerta na última segunda-feira (06), informando sobre o aumento de ataques antissemitas após o início do conflito entre Israel e o Hamas. No dia 7 de outubro, o grupo extremista Hamas fez um ataque terrorista contra Israel, deixando mais de mil mortos.

Segundo o texto assinado por 23 países e por instituições internacionais, como a Organização das Nações Unidas e a Organização dos Estados Americanos, os ataques antissemitas estão fazendo com que escolas judaicas sejam fechadas e encontros religiosos sejam realizados sob proteção armada. A decisão leva em consideração a proteção da integridade física dos judeus em diversos países.

Os embaixadores e ministros de países como os Estados Unidos, Alemanha, Argentina, Reino Unido, França, Espanha e Itália, assinaram o texto. David Fernandez Puyana, embaixador e delegado da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação a Ciência) e Katharina Von Schnurbein, coordenadora da Comissão Europeia, também endossaram o documento.

Segundo a declaração, sinagogas e outras instituições judaicas foram atacadas. Entretanto, muitos ataques estão sendo feitos através da internet, com um aumento sem precedentes na história.

“Em algumas cidades, os judeus estão a ser assediados e abordados nas ruas. Cartazes dos reféns cativos são desfigurados e rasgados”, diz o texto.

“A história nos ensinou que em momentos como este devemos falar e não podemos ser indiferentes”, continua o documento.

Na declaração, as autoridades pedem para que haja uma proteção às comunidades judaicas e fiscalização de atos antissemitas, apoio de outras comunidades religiosas e do setor cultural para o combate ao antissemitismo e a atuação das redes sociais para frear o discurso de ódio e a desinformação antissemitas plataformas.

Fonte: Internacional