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MATO GROSSO

Auto da Paixão de Cristo reúne milhares de pessoas e reforça inclusão social em MT

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O Auto da Paixão de Cristo 2026, realizado pelo Governo de Mato Grosso por meio da Setasc e integrante do programa SER Família Fé e Vida, consolidou-se como um dos maiores eventos culturais e religiosos do Estado, reunindo milhares de pessoas ao longo de seis dias de apresentações na Arena Pantanal. A programação teve início no dia 30 de março e seguiu até sábado (4.4), com abertura para visitação no domingo (5), registrando grande adesão popular.

Executado pelo Instituto INCA – Inclusão, Cidadania e Ação, o Auto da Paixão de Cristo 2026 também se destacou pela aprovação do público e pelo fortalecimento da economia local. De acordo com pesquisa realizada com 1.194 pessoas, 75% classificaram a estrutura como excelente e 61,8% destacaram positivamente a limpeza do espaço.

Além disso, o evento contou com um espaço dedicado à Economia Criativa, por meio da Feira do Artesanato e da Agricultura Familiar, incentivando a geração de renda e valorizando a produção de pequenos produtores e empreendedores locais.

O secretário de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Klebson Gomes, destacou o impacto social, cultural e inclusivo da iniciativa.

“O Auto da Paixão de Cristo é mais do que um espetáculo, é um momento de reflexão, fé e união das famílias. Ficamos muito satisfeitos em ver a participação da população e o reconhecimento da qualidade da estrutura oferecida. Isso reforça o compromisso do Governo do Estado, por meio do programa SER Família Fé e Vida, em promover ações acessíveis, inclusivas e que levem valores positivos à sociedade”, afirmou.

Entre os presentes, a emoção foi um dos sentimentos mais evidentes. Moradora do bairro Santa Izabel, em Cuiabá, Maria de Fátima Santana ressaltou o significado do evento.

“Primeiro pela nossa fé e segundo pra prestigiar esse evento. Eu acho que é um privilégio pra nós termos isso aqui. O ambiente tá agradável, bem organizado”, disse.

Ela também destacou a mensagem transmitida pelo espetáculo. “É uma coisa maravilhosa, que vem de Deus, de amor e paz. A gente está precisando disso, de união. Esse evento traz exatamente essas coisas boas que Jesus deixou pra nós”, contou emocionada.

A iniciativa também teve forte participação de projetos sociais. Coordenadora do projeto de Kung Fu Wushu, do bairro CPA 4, Brenda Silva dos Santos levou cerca de 30 crianças e adolescentes para assistir à apresentação. O projeto atende atualmente cerca de 80 pessoas, entre crianças, adolescentes, idosos e pessoas com deficiência.

“É algo muito educativo e importante na construção do caráter deles. Além de ser uma experiência fora da rotina, eles vêm em grupo, em comunidade, e isso fortalece valores como respeito, empatia e solidariedade”, destacou.

Aluno do 1º ano do Ensino Médio da Escola Estadual Antônio Cesário de Figueiredo Neto, Wandervácio Fernandes de Melo participou por meio de um convite da escola.

“Eu achei muito interessante, é mais uma aprendizagem. Tem muita gente que não conhece a história de Jesus e passou a conhecer aqui. É uma mensagem de amor e fé”, afirmou.

Como parte das ações de inclusão social, o evento também garantiu a participação de aproximadamente 3 mil crianças atendidas por projetos sociais, com oferta de transporte e alimentação, possibilitando o acesso a uma experiência cultural e religiosa significativa.

A estrutura contou ainda com praça de alimentação, parque solidário com ingressos a preços acessíveis, feira de artesanato e agricultura familiar, incentivando a geração de renda para pequenos produtores e empreendedores locais. Outro destaque foi a Tenda da Cidadania, que ofereceu orientações sobre programas sociais, além do Procon e do Sine-MT, ampliando o acesso da população a direitos e oportunidades.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Feedback não é humilhação: saiba diferenciar

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Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Segundo o dicionário, feedback é uma palavra de origem inglesa adotada no português para indicar retorno, retroalimentação, significando o ato de dar e receber informações, comentários ou avaliações sobre o desempenho, comportamento ou resultado de uma ação.

A liderança te chama em particular para te dar um feedback sobre sua performance profissional e o que você escuta não é bem aquilo que desejava ouvir, mesmo diante de todos os seus esforços. Você fica chateado(a), se sente injustiçado(a) e até mesmo bravo(a). Isso é assédio moral? A resposta é: não! Receber feedback faz parte do mundo do trabalho e pode ajudar na condução da carreira.

É preciso entender que a vida profissional traz consigo exigências acerca de eficiência, produtividade, qualidade no serviço realizado, cumprimento de prazos e metas, sobretudo no setor público, em que o interesse público possui primazia sobre o privado. Nesse contexto, exigir essas entregas, bem como fazer críticas e avaliações sobre o trabalho e o comportamento profissional não caracterizam assédio moral, por si só.

Quer saber se sua liderança passou do ponto? Entenda que o assédio moral é causado por abuso de poder diretivo, busca incessante por cumprimento de metas inatingíveis, cultura organizacional autoritária, rivalidade, desinformação e despreparo da chefia e até mesmo inveja. Ao perceber que a conduta da liderança tem raiz em algum desses aspectos, também é preciso observar os efeitos do tratamento na pessoa que se sentiu ofendida.

Vítimas de assédio moral costumam sentir dores generalizadas, palpitações, distúrbios digestivos, pressão alta, alteração do sono, irritabilidade, crises de choro, abandono das relações pessoais, depressão, síndrome do pânico, doenças psicossomáticas, estresse e ansiedade, esgotamento físico e mental, perda do significado do trabalho, entre outros.

Todas essas informações estão no Guia de Combate ao Assédio disponibilizado pela Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação do Poder Judiciário de Mato Grosso em sua página no portal do TJMT.

Apoio institucional – A Comissão também dispõe de um canal de manifestação, aberto a magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido. Para acessar o formulário para registro da notícia do fato, basta clicar no banner da Comissão, localizado na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

Seguindo a Resolução n. 351, de 28 de outubro de 2020, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), é garantido o sigilo e o compromisso de confidencialidade no encaminhamento da notícia de assédio ou discriminação, sendo vedado o anonimato, visando proteger o direito à intimidade e a integridade psíquica da pessoa noticiante. Também é exigido o seu consentimento expresso para qualquer registro ou encaminhamento formal do relato.

Além disso, a mesma resolução proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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