Do grupo, 14 deles serão levados para um abrigo providenciado pelo governo federal, no interior do estado de São Paulo. A localização exata não foi divulgada por motivos de segurança. O restante dos brasileiros irá para casas de parentes.
O abrigo é especializado em receber refugiados e as cinco famílias vão ficar em unidades individuais com quartos e banheiros, refeitório para alimentação e espaço para convivência. Os repatriados poderão permanecer no local por tempo indeterminado.
De acordo com o governo, eles solicitaram a ida ao abrigo por não terem outro lugar para se instalar no país.
De acordo com o secretário nacional de Justiça, Augusto de Arruda Botelho Neto, que coordena a operação de acolhimento, os repatriados já fizeram emissão de documentos brasileiros, como segunda via da carteira de identidade, da certidão de nascimento e do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF).
Os documentos são necessários para que esses cidadãos “possam pleitear benefícios sociais que o governo federal vai oferecer”, afirmou Botelho.
Até agora, segundo o secretário, nenhum repatriado apresentou pedido de refúgio.