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BRASIL

Avião com destino a Brasília sofre pane e retorna a BH durante viagem

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A pane foi comunicada para Confins às 8h24 e às 9h07 aconteceu o pouso em Belo Horizonte (BH)
Divulgação / Secretaria de Turismo do Maranhão

A pane foi comunicada para Confins às 8h24 e às 9h07 aconteceu o pouso em Belo Horizonte (BH)

Um avião da companhia Azul, que decolou em Belo Horizonte (MG) com destino a Brasília (DF) sofreu uma pane e precisou interromper a viagem.

O incidente aconteceu na manhã desta quinta-feira (14) e em nota, enviada pelo Aeroporto Internacional de Confins via e-mail ao Portal iG , foi informado que o voo 4673 decoloi às 8h24 e após solicitar para a torre de comando o retorno, pousou novamente em Confins às 9h07.

Com isso, o BH Airport informou que o procedimento padrão de apoio durou 13 minutos, permitindo a liberação da pista para novos pousos e decolagens às 9h20.

o aeroporto está funcionando normalmente, sem impacto em outros voos. A Azul informou, em nota via e-mail, que o pouso aconteceu em segurança, com os passageiros desembarcando normalmente.

A companhia salientou que está fornecendo a necessária, conforme prevê a resolução 400 da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), e que os clientes serão reacomodados em outros voos da própria Azul.

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Veja na íntegra as notas oficiais

Aeroporto de Confins

“Hoje (14/03), uma aeronave da Azul, com destino a Brasília, voo 4673, decolou às 8h24 e solicitou retorno ao aeroporto, pousando às 9h07. O BH Airport realizou o procedimento padrão com todo o apoio necessário para garantir a segurança das pessoas e da operação, que durou 13 minutos. A pista de pousos e decolagens foi liberada às 9h20, e o aeroporto está funcionando normalmente, sem impacto em outros voos.”

Azul

“A Azul informa que, por questões técnicas, o voo AD4673 (Belo Horizonte-Brasília) precisou retornar ao aeroporto de origem. O pouso aconteceu em segurança e os Clientes desembarcaram normalmente.

A companhia destaca que os Clientes estão recebendo toda assistência necessária, conforme prevê a resolução 400 da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), e serão reacomodados em outros voos da própria companhia. A Azul lamenta eventuais transtornos causados aos Clientes e reforça que ações como essa são necessárias para garantir a segurança de suas operações, valor primordial para a Azul.”

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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