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BRASIL

Balsa na travessia Ilhabela-São Sebastião está suspensa

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O governo de São Paulo suspendeu as operações da balsa na travessia Ilhabela-São Sebastião, desde as 12h50 desta terça-feira (21). O objetivo é dar celeridade ao fluxo de veículos na Rodovia Rio-Santos (SP-55), no sentido São Sebastião-São Paulo. “O retorno da operação será comunicado ao longo do dia. O Comitê de Crise acompanha a situação 24 horas”, informou o governo no boletim de atualização da situação no litoral paulista no início da tarde.

O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) liberou parcialmente o tráfego em diversos pontos, antes totalmente obstruídos, na Rodovia Rio-Santos (Rodovia Dr. Manoel Hyppólito Rego), no trecho entre São Sebastião e Ubatuba. A subida da serra pode ser feita pelo Sistema Anchieta-Imigrantes ou Rodovia dos Tamoios, a depender do ponto na Rio-Santos onde o motorista se encontra.

Caso esteja na altura da Praia de Juquehy, no quilômetro 176, sentido Bertioga, a rota alternativa é somente o Sistema Anchieta-Imigrantes. Para o motorista que estiver do outro lado da interrupção total da SP-055, no km 174, a rota alternativa é somente a Rodovia dos Tamoios.

Até o momento, as seguintes rodovias administradas pelo DER estão com pontos de interdição total e parcial:

Total

Rio-Santos (Rodovia Dr. Manoel Hyppólito Rego – SP-055)

Km 174+500 – queda de barreira

Mogi-Bertioga (SP-098) – segue interditada, em razão do rompimento de tubulação na altura do km 82, em Biritiba Mirim. Também há interdição parcial nos km 90 e 91, devido à queda de barreira; e no Km 87, devido a uma erosão. Nesta terça-feira, uma equipe do DER iniciou os serviços de recuperação no local.

Parcial

Rio-Santos (Rodovia Dr. Manoel Hyppólito Rego – SP-055)

Km 061 – queda de barreira; Km 066 – queda de barreira; Km 084 – queda de árvore; Km 087– queda de barreira e árvores; Km 095 – alagamento; Km 095 ao 096 – queda de barreira; Km 116 – queda de barreira; Km 142 – queda de barreira e árvores; Km 136 ao 142 – queda de barreira e árvores; Km 157 ao 162 – queda de barreira; Km 164 – queda de barreira; Km 180 – queda de árvore; Km 188 – erosão.

Parcial

Rodovia Oswaldo Cruz (SP-125)

Km 11 – queda de barreira; Km 13 – queda de barreira; Km 58 – queda de barreira.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Geral

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BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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