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Bixiga terá três atos no sétimo dia da despedida de Zé Celso

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Será celebrada na noite desta quinta-feira (13) a missa de sétimo dia do ator e dramaturgo José Celso Martinez Corrêa, o Zé Celso. Segundo mensagem publicada nas redes sociais do Teatro Oficina Uzyna Uzona, a cerimônia será às 19h30, na Paróquia Nossa Senhora Achiropita, à Rua Treze de Maio, 478, no bairro do Bixiga, região central da cidade. Em seguida, no Teatro Oficina, às 20h, haverá a apresentação Go Back Torqu4to – Rito Ethernidade dos Poetas.

Às 16h, a calçada do teatro será lavada e, em seguida, será plantada em frente ao prédio uma muda de ipê-menino, presente das atrizes Fernanda Montenegro e Fernanda Torres, que são mãe e filha. Em um vídeo gravado para o Teatro Oficina, Fernanda Montenegro homenageou Zé Celso. “No mistério que é a vida, ao plantar uma árvore nesse nosso chão, ao se enraizar, ela alcança o sagrado. Essa árvore simboliza a nossa cultura nesse espaço que está aqui diante de nós. Simboliza o Oficina. Esta árvore viu Zé, esta árvore é você”, disse a atriz.

Fernanda Torres lembrou os sete dias da ausência de Zé Celso e disse que o artista não está ausente porque semeou cultura ao longo de décadas por meio do teatro, falando sobre o povo brasileiro, sobre o Brasil, mostrando uma compreensão sobre o país, desde os fundamentos ao que a nação pode ser como povo inclusivo, liberto, progressivo e criativo.

“É um cara que entendia teatro como um ato sobre o agora, sobre quem somos nós, sobre nosso futuro. E eu fiquei superemocionada, porque a importância do Zé Celso, do Oficina e da obra inteira foi reconhecida, reverenciada. Eu sei que vocês vão plantar o Ipê que eu e minha mãe demos ao Zé em frente ao teatro como um berçário até o dia que ele for transferido para o Parque do Bixiga”, afirmou.

A atriz se referiu à luta pela criação de um parque localizado ao lado do Teatro Oficina, onde há interesse e possibilidade de ser construído mais um prédio. “Memória não queima. Somos cheios de memória, ainda que andemos esquecidos disso. Precisamos dessa memória ativa e com capacidade de curar. Com essa força criativa, vamos deixar viva toda memória da chama José Celso Martinez Corrêa. Podemos todos nos ligar à luta pelo Parque Bixiga, ir ao parque, respirar o “último vazio respirante do centro de São Paulo”, diz o Teatro Oficina em uma publicação.

Fonte: EBC GERAL

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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