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BRASIL

Blogueiro condenado por ligação em atentado em Brasília é capturado

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Wellington Souza é jornalista e blogueiro
Reprodução/redes sociais

Wellington Souza é jornalista e blogueiro

O blogueiro e jornalista, Wellington Macedo de Souza, de 47 anos, foi condenado a seis anos de prisão por estar ligado a tentativa de explosão de uma bomba no Aeroporto Internacional de Brasília , na véspera de Natal do ano passado. Ele estava foragido da polícia desde janeiro, e foi preso nesta quinta-feira (14), na Cidade do Leste, no Paraguai.

A Polícia Nacional do Paraguai foi responsável pela prisão de Wellington Macedo, em uma ação conjunta com a Polícia Federal. Ele será entregue à PF nesta quinta-feira, na Ponte da Amizade, que liga Foz do Iguaçu, no Paraná, à Cidade do Leste.

Além de Wellington, outras duas pessoas foram condenadas pelo caso — ambas presas desde janeiro. O explosivo havia sido encontrado em um caminhão de combustíveis. Entretanto, antes de ser detonado, o motorista do veículo identificou a carga desconhecida, evitando o atentado.

Wellington foi condenado a seis anos de prisão, em regime inicial fechado, além de uma multa de R$ 9,6 mil. Os outros envolvidos no caso são George Washington de Oliveira Sousa — com pena de nove anos e quatro meses de prisão — e Alan Diego dos Santos Rodrigues — com pena de cinco anos e quatro meses.

Wellington teve a participação no caso descoberta pelo rastreamento da tornozeleira eletrônica que usava na época. Além disso, as câmeras de segurança de uma loja e do próprio caminhão mostram o momento em que o foragido se aproxima com seu carro lentamente, para que Alan Diego dos Santos Rodrigues coloque a bomba. As imagens foram divulgadas no dia 15 de janeiro pelo Fantástico.

O blogueiro tem forte presença nas redes sociais. O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes , havia decretado a prisão por ter incentivado os atos antidemocráticos no dia 7 de setembro de 2021. Ele cumpria a pena em prisão domiciliar.

Segundo o delegado da Polícia Civil do Distrito Federal Leonardo de Castro Cardoso, Wellington foi uma das pessoas que teve participação direta nos ataques contra o prédio da Polícia Federal em Brasília, quando bolsonaristas radicais invadiram o prédio e tentaram atear fogo nos veículos, no dia 12 de dezembro de 2022.

Fonte: Nacional

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BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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