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Bolívia pode entrar no Mercosul após aprovação do Senado

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Lucho Arce, presidente da Bolívia e Lula, presidente do Brasil
Reprodução Redes Sociais

Lucho Arce, presidente da Bolívia e Lula, presidente do Brasil


Em uma votação simbólica realizada nesta terça-feira (28), o Senado Federal aprovou o protocolo de adesão da Bolívia ao Mercosul, marcando um passo nas relações comerciais e diplomáticas entre os países membros do bloco e o Estado boliviano.

A votação, que contou com apenas dois votos contrários, dos senadores Eduardo Girão (Novo-CE) e Cleitinho (PL-MG), agora abre caminho para a ratificação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Os próximos passos envolvem a formalização do acordo por parte do Executivo, consolidando a inserção da Bolívia no Mercosul.

As discussões sobre a entrada da Bolívia no Mercosul tiveram início em 2006, durante o primeiro governo Lula. O processo, entretanto, enfrentou diversos obstáculos ao longo dos anos, demandando nove anos para que o acordo final fosse assinado em julho de 2015, durante o governo de Dilma Rousseff (PT-MG).

Entre os critérios necessários para a adesão, a Bolívia se compromete a adotar a (NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul), a TEC (Tarifa Externa Comum), e o Regime de Origem do Mercosul. Esses são elementos essenciais para a integração econômica e comercial entre os membros do bloco.

Todos os parlamentos dos países-membros do Mercosul, incluindo Uruguai, Argentina e Paraguai, já haviam aprovado a entrada da Bolívia, exceto o Brasil. Com a votação favorável no Senado, o país consolida sua posição como membro pleno do Mercosul, deixando para trás o status de estado associado.

Atualmente, a Bolívia é um estado associado ao Mercosul, juntamente com outros países como Chile, Peru e Colômbia.


De acordo com o protocolo aprovado, a Bolívia assume o compromisso de adotar gradualmente o acordo normativo do Mercosul em um prazo de até quatro anos, implementando a nomenclatura comum, a tarifa externa comum, e o regime de origem do bloco.

Após a votação, o Senado aprovou um requerimento para a criação de um grupo de trabalho composto por cinco senadores. Esse grupo terá a responsabilidade de analisar a situação política e social da Bolívia.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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