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Bolsonaro reage após uso da “linguagem neutra” no Hino Nacional durante campanha de Boulos

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Bolsonaro reage após uso da “linguagem neutra” no Hino Nacional durante campanha de Boulos
Redação GPS

Bolsonaro reage após uso da “linguagem neutra” no Hino Nacional durante campanha de Boulos

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fez duras críticas, nesta quinta-feira (29), ao uso de linguagem neutra, mas desta vez em resposta à campanha do candidato Guilherme Boulos (PSol) à Prefeitura de São Paulo, que incluiu uma versão do Hino Nacional adaptada à linguagem inclusiva.

Bolsonaro classificou a iniciativa como um “desrespeito” ao Hino Nacional, à Pátria, “à língua portuguesa e às famílias brasileiras”, conforme registrou.

Nas redes sociais, o ex-presidente argumentou que a esquerda, representada por líderes como o ex-presidente Lula e Guilherme Boulos, segue uma agenda “woke”, que transforma o Brasil em um “quintal dos progressistas” de nações desenvolvidas. Ele criticou a adoção dessas pautas, afirmando que elas impedem o progresso do país e aumentam a dependência da população em relação ao Estado.

“Essa agenda segue fielmente pela esquerda, Lula e Boulos, transformando o Brasil no quintal dos progressistas de nações de primeiro mundo. Isso submete ainda mais o nosso País, impedindo-o de prosperar, enquanto uma casta privilegiada aplaude os estridentes aumentos de impostos e taxas, enquanto a população fica cada vez mais miserável cultural, social e financeiramente”, declarou no X, antigo Twitter.

O ex-presidente também associou a adoção da linguagem neutra e outras políticas progressistas a uma estratégia da esquerda para manter o socialismo vivo sob o disfarce da social-democracia. Ele acusou a “velha mídia” de colaborar com esse processo, o que, segundo ele, estaria “devastando ainda mais as mentes e os bolsos dos brasileiros.”

As críticas de Bolsonaro fazem parte de um discurso contínuo contra o que ele considera uma ameaça à cultura e à soberania nacional, frequentemente direcionado a políticas que promovem a inclusão e a diversidade.

A campanha de Boulos, por sua vez, defende que a linguagem neutra é uma forma de inclusão social, respeitando a diversidade de gênero e promovendo a igualdade.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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