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POLÍTICA

Botelho homenageia policiais penais

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O presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso, deputado Eduardo Botelho (União), entregou na manhã de hoje (14) moções de aplausos para policiais penais. Na oportunidade, o parlamentar homenageou membros da diretoria da Penitenciária Central do Estado e nove agentes.

De acordo com o presidente da ALMT, as homenagens são o reconhecimento público pelos 30 anos de trabalho prestado por esses profissionais.

“Essa categoria desempenha um papel muito importante para a sociedade mato-grossense. É o reconhecimento do trabalho prestado para o Estado com dedicação. A classe passou por muitas dificuldades e hoje estamos homenageando esses profissionais, que são pessoas que já passaram por muitas dificuldades. Eles eram agentes carcerários, depois passaram para agentes prisionais, e, posteriormente, policiais penais. Houve muitos avanços e melhorias. Essas pessoas merecem essa homenagem da Assembleia Legislativa”, lembrou Botelho.

Para o diretor da Penitenciária Central do Estado, Arnold de Souza Pacheco, a homenagem chegou para coroar o trabalho desenvolvido pelos profissionais ao longo de décadas.

“Essa homenagem é muito importante para mim. Isso demonstra o prestígio do nosso trabalho que estamos desempenhando no dia a dia, sempre visando a melhoria para o sistema penitenciário. Sempre seremos parceiros da Assembleia para buscar melhorias para nossa categoria”, destacou Pacheco.

Atuando há mais de 30 anos na profissão, a policial penal Vânia Pereira de Souza entende que a categoria passou por muitas transformações, e lembrou dos momentos difíceis superados pelos profissionais.

“Estou extremamente feliz com essa honraria. É o reconhecimento dos serviços prestados ao longo de três décadas de carreira para o Estado. Desde 1990, poucos foram os reconhecimentos que a categoria teve, houve muita mudança nesse período de acordo com as necessidades. Nessa categoria, a periculosidade é muito grande”, explicou.

O presidente do Sindicato do Sistema Prisional e Penitenciário (Sindsppen), Amauri Benedito Neves, reforçou a opinião de Vânia de Souza, afirmando ainda sobre os avanços da classe ao longo dos 30 anos.

“Passamos por muitas transformações em Mato Grosso. Começamos como agentes carcerários da Polícia Civil, por meio do concurso realizado em 1991, depois em 2010 passamos a ser agentes prisionais, e por fim, em 2022, policiais penais. Mas essa reconstrução, começou em 2004 e concluída em 2019. A categoria passou por muitos momentos difíceis, mas vencemos, e hoje podemos dizer que estamos sendo privilegiados”, finalizou Neves.

Confira os homenageados:

Moção de Aplausos:

Arnold de Souza Pacheco

Clayton dos Santos Rodrigues

Elioenai Plens de Souza Amaro

Vânia Pereira de Souza

Eva dos Santos Gonçalves

Marcílio Antônio da Silva

Edson Luis de Arruda Pinto

Carlos Kleber Paes de Barros

Benedito Carlos de Jesus

Amaury Benedito Paixão das Neves

Luiz Gonzaga Coelho de Miranda

Elizabeth Ourives de Campos


Secretaria de Comunicação Social

Telefone: (65) 3313-6283

E-mail: imprensa1al@gmail.com


Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA

TJMT suspende desocupação em condomínios após pedido da ALMT

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Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.

A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.

“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.

O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.

Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.

“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.

Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.

O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.

A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.

De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.

Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.

Fonte: ALMT – MT

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queiroz

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