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Brasil é campeão de incidência de raios; saiba como se proteger

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Defesa Civil orienta como se proteger de raios durante tempestades
Michal Mancewicz / Unsplash

Defesa Civil orienta como se proteger de raios durante tempestades

Fortes chuvas têm levado a enchentes na região Sul do país, especialmente no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Entre os transtornos que as tempestades podem causar, como deixar pessoas desabrigadas, os raios também podem representar graves riscos para as pessoas.

Na última década, o Brasil registrou 835 mortes e 266 hospitalizações em decorrência de descargas elétricas, sendo campeão na incidência de raios no mundo. Levantamento feito pelo Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) divulgado nesta semana indica que o país registra 78 milhões de raios por ano.

O índice coloca o Brasil em sétimo lugar na lista de países com o maior número de mortes causadas por descargas elétricas.

O dado representa o dobro do registrado na República Democrática do Congo e o triplo do que os Estados Unidos no mesmo período. Os dois países são os com maior incidência de raios depois do Brasil.

A pesquisa apontou, no entanto, uma tendência de queda nos últimos anos. A maior parte dos óbitos acontece na primavera, verão e outono, atingindo com mais frequência pessoas em áreas abertas no campo (27%) e as que estão em contato com algum objeto ligado à rede elétrica, como o celular carregando (24%).

Em relação aos estados, Pará e Amazonas lideram em número e mortes por milhão de habitantes. Na última década, o Pará registrou, em média, 1,16 óbitos por ano. Já no Amazonas, a taxa foi de 2,23.

Para se proteger dos raios, de acordo com a Defesa Civil de São Paulo, é necessário evitar algumas ações, como ficar perto de árvores ou dentro de uma piscina quando estiver chovendo. Confira:

⚡️ Como se proteger de raios fora de casa?

  • Tente se abrigar em uma casa, prédio ou instalação subterrânea, como o metrô;
  • Caso estiver dentro de um veículo, não saia. O ideal é fechar os vidros e não encostar nas partes metálicas;
  • Evite lugares abertos, como estacionamento, praias e campos de futebol;
  • Caso esteja no mar, piscina, rio ou lago, saia assim que começar a chover;
  • Fique longe de objetos altos e isolados, como árvores, postes e caixas d’água;
  • Afaste-se de objetos metálicos grandes e expostos, como escadas e cercas de arame;
  • Evite soltar pipas e não carregue objetos como canos e varas de pesca;
  • Evite andar de bicicleta, motocicleta ou a cavalo;
  • Caso não tenha onde se abrigar, o indicado é ficar agachado com os pés juntos até a tempestade passar. Não deite no chão.

🏠 Cuidados dentro de casa

  • Fique longe de aparelhos ligados à rede elétrica, como televisão, geladeiras e fogões;
  • Evite usar o telefone (a menos que seja sem fio) ou celular ligado à tomada;
  • Afaste-se de janelas, tomadas, torneiras, canos elétricos e evite tomar banho em chuveiro elétrico.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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