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Agronegócio

Brasil exporta mais de 10 mil toneladas de carne bovina todo dia

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As exportações brasileiras de carne bovina, incluindo cortes frescos, refrigerados ou congelados, atingiram a marca de 119,02 mil toneladas até a terceira semana de novembro de 2023. Em comparação, o volume exportado durante o mesmo mês em 2022 totalizou 148,8 mil toneladas, distribuídas ao longo de 20 dias úteis.

A informação foi divulgadas pela Secretária de Comércio Exterior (Secex) nesta segunda-feira (20.11) e revelam que a média diária de exportação de carne bovina experimentou um crescimento significativo, atingindo 10,8 mil toneladas na referida semana de novembro de 2023, um aumento de 45,4% em relação à média diária de 7,4 mil toneladas observada em novembro de 2022.

Quanto aos preços médios, houve uma retração em novembro de 2023 para R$ 22.218,70 (US$ 4.582) por tonelada, o que representa uma diminuição de 12,30% em comparação aos R$ 25.371,10 (US$ 5.226) por tonelada registrados em novembro de 2022.

Em termos de valor de negociações, a terceira semana de novembro de 2023 fechou com um montante de R$ 2.644.366,75 milhões (US$ 545,385 milhões), uma queda significativa quando comparado aos R$ 3.772.808,15 milhões (US$ 777,889 milhões) comercializados no mês de novembro do ano anterior.

A média diária alcançada foi de R$ 240.561 (US$ 49.580) milhões, registrando um incremento de 27,5% em relação à média diária de R$ 188.726,90 (US$ 38.894) milhões de novembro do ano passado.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Atenção para a declaração de rebanho obrigatória

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A atualização cadastral dos rebanhos, obrigatória para produtores rurais em todo o país, ganha força neste ano com a abertura das primeiras janelas de declaração em diferentes estados. Embora o calendário varie conforme a unidade da Federação, a exigência já se consolidou como um dos principais instrumentos de controle sanitário da pecuária brasileira.

Em Goiás, a primeira etapa de 2026 ocorre entre 1º e 31 de maio, conforme cronograma da Agência Goiana de Defesa Agropecuária. O procedimento é obrigatório e exige que o produtor informe a situação atualizada dos animais na propriedade, incluindo nascimentos, mortes e movimentações.

A exigência, no entanto, não é isolada. Estados como Rio Grande do Sul já realizam a declaração entre abril e junho, enquanto Paraná segue calendário semelhante. No Centro-Oeste, modelos semestrais também são adotados, com etapas distribuídas ao longo do ano, como ocorre em Mato Grosso do Sul. Já em Mato Grosso e Rondônia, a atualização costuma ocorrer no fim do ano, concentrada entre novembro e dezembro.

Apesar das diferenças de prazo, a lógica é a mesma em todo o país: manter um banco de dados atualizado sobre o rebanho nacional, permitindo resposta rápida a eventuais surtos sanitários e maior controle da movimentação animal.

Na prática, o produtor deve declarar todas as espécies existentes na propriedade — de bovinos e suínos a aves, equinos, ovinos, caprinos, abelhas e animais aquáticos — garantindo que o cadastro reflita a realidade atual da produção.

A medida ganhou ainda mais importância com o avanço do Brasil no status sanitário internacional, especialmente após a retirada gradual da vacinação contra febre aftosa em diversas regiões. Com menor margem para erro, a rastreabilidade e o controle do rebanho passaram a ser considerados essenciais para a manutenção de mercados e abertura de novos destinos para a carne brasileira.

Além da sanidade, os dados também são utilizados para orientar políticas públicas e planejamento do setor. Informações atualizadas permitem dimensionar com precisão o tamanho do rebanho, direcionar campanhas de controle de doenças e apoiar decisões comerciais.

O descumprimento da obrigação pode gerar penalidades, incluindo multas e restrições operacionais. Na prática, o produtor fica impedido de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento indispensável para transporte e comercialização, o que pode travar a atividade dentro da porteira.

Com a digitalização dos sistemas, o processo tem migrado para plataformas online, o que amplia o acesso, mas também exige atenção redobrada do produtor quanto a prazos e regularidade cadastral.

Em um cenário de maior exigência sanitária e competitividade internacional, a declaração de rebanho deixou de ser apenas uma obrigação burocrática e passou a integrar a estratégia produtiva da pecuária brasileira — com impacto direto sobre a segurança do sistema e a capacidade de acesso a mercados.

Fonte: Pensar Agro

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queiroz

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