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Agronegócio

Brasil exportou R$ 6 bilhões em frutas em 2023

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O Brasil alcançou a marca de R$ 6 bilhões em exportações de frutas em 2023, representando um aumento de 26,73% em comparação com o ano anterior. O volume de frutas exportadas também cresceu, atingindo 1,06 milhão de toneladas, o que corresponde a um aumento de 6%.

Dentre as frutas exportadas, a manga liderou a lista com 266 mil toneladas enviadas para o exterior. Em seguida, o melão, com 228 mil toneladas, e o abacate, com 105 mil toneladas, completaram o pódio das frutas mais exportadas pelo Brasil.

A Associação Brasileira de Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) atribui este crescimento a diversos fatores, incluindo a diversidade de frutas cultivadas no país, a qualidade reconhecida dos produtos brasileiros e a abertura de novos mercados internacionais.

Guilherme Coelho, presidente da Abrafrutas, destacou o papel dos fruticultores brasileiros neste sucesso. Segundo ele, o recorde de exportações é o resultado do trabalho dedicado dos produtores, que se empenham na cultura de frutas de alta qualidade, respeitando o meio ambiente e buscando continuamente a excelência em seus processos.

O Brasil é reconhecido globalmente como um dos principais produtores e exportadores de frutas, destacando-se na produção de manga, melão, uva, laranja, banana e acerola. Este desempenho nas exportações reflete a importância do setor agrícola brasileiro no mercado global e sua capacidade de adaptação às demandas internacionais.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Atenção para a declaração de rebanho obrigatória

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A atualização cadastral dos rebanhos, obrigatória para produtores rurais em todo o país, ganha força neste ano com a abertura das primeiras janelas de declaração em diferentes estados. Embora o calendário varie conforme a unidade da Federação, a exigência já se consolidou como um dos principais instrumentos de controle sanitário da pecuária brasileira.

Em Goiás, a primeira etapa de 2026 ocorre entre 1º e 31 de maio, conforme cronograma da Agência Goiana de Defesa Agropecuária. O procedimento é obrigatório e exige que o produtor informe a situação atualizada dos animais na propriedade, incluindo nascimentos, mortes e movimentações.

A exigência, no entanto, não é isolada. Estados como Rio Grande do Sul já realizam a declaração entre abril e junho, enquanto Paraná segue calendário semelhante. No Centro-Oeste, modelos semestrais também são adotados, com etapas distribuídas ao longo do ano, como ocorre em Mato Grosso do Sul. Já em Mato Grosso e Rondônia, a atualização costuma ocorrer no fim do ano, concentrada entre novembro e dezembro.

Apesar das diferenças de prazo, a lógica é a mesma em todo o país: manter um banco de dados atualizado sobre o rebanho nacional, permitindo resposta rápida a eventuais surtos sanitários e maior controle da movimentação animal.

Na prática, o produtor deve declarar todas as espécies existentes na propriedade — de bovinos e suínos a aves, equinos, ovinos, caprinos, abelhas e animais aquáticos — garantindo que o cadastro reflita a realidade atual da produção.

A medida ganhou ainda mais importância com o avanço do Brasil no status sanitário internacional, especialmente após a retirada gradual da vacinação contra febre aftosa em diversas regiões. Com menor margem para erro, a rastreabilidade e o controle do rebanho passaram a ser considerados essenciais para a manutenção de mercados e abertura de novos destinos para a carne brasileira.

Além da sanidade, os dados também são utilizados para orientar políticas públicas e planejamento do setor. Informações atualizadas permitem dimensionar com precisão o tamanho do rebanho, direcionar campanhas de controle de doenças e apoiar decisões comerciais.

O descumprimento da obrigação pode gerar penalidades, incluindo multas e restrições operacionais. Na prática, o produtor fica impedido de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento indispensável para transporte e comercialização, o que pode travar a atividade dentro da porteira.

Com a digitalização dos sistemas, o processo tem migrado para plataformas online, o que amplia o acesso, mas também exige atenção redobrada do produtor quanto a prazos e regularidade cadastral.

Em um cenário de maior exigência sanitária e competitividade internacional, a declaração de rebanho deixou de ser apenas uma obrigação burocrática e passou a integrar a estratégia produtiva da pecuária brasileira — com impacto direto sobre a segurança do sistema e a capacidade de acesso a mercados.

Fonte: Pensar Agro

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queiroz

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