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Brasil vai voltar a financiar a África, promete Lula na Angola

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Lula ao lado de João Lourenço, presidente da Angola
Ricardo Stuckert

Lula ao lado de João Lourenço, presidente da Angola


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez uma visita oficial à Angola nesta sexta-feira (25), seguindo sua primeira incursão no continente africano durante seu terceiro mandato. O petista anunciou a retomada dos investimentos brasileiros no continente africano, buscando estreitar laços e promover parcerias com países em desenvolvimento.

Uma das principais atividades de Lula foi sua participação na reunião de cúpula dos Brics, realizada na África do Sul. Nesse encontro, os Brics aprovaram a entrada de seis novos membros, fortalecendo a cooperação entre países emergentes.

Lula destacou a importância de estabelecer uma maior proximidade com a África, reforçando a colaboração em diversos setores, com ênfase em resultados que se equiparam a acordos com nações mais desenvolvidas. O presidente enfatizou a necessidade de investimentos mútuos e trocas comerciais benéficas para ambas as partes.

“Vamos voltar a fazer financiamento para os países africanos. Vamos voltar a fazer investimento para Angola, que é um bom pagador das coisas que o Brasil investiu aqui. Angola sempre foi um país que nos deu a certeza de que cada dólar investido aqui seria ressarcido. E assim o fez”, discursou.


Lula criticou afastamento do Brasil da África

Durante sua visita, Lula não poupou críticas ao afastamento do Brasil da África nos anos anteriores, ressaltando o potencial de parcerias e colaborações que foram subutilizadas. Sua viagem incluiu também uma rápida passagem por Cabo Verde e uma estadia anterior na África do Sul, a fim de fortalecer os laços diplomáticos e comerciais.

“Muitas vezes, por ignorância, pessoas brasileiras acham que fazer negócio com países ricos é muito melhor, e não se dão conta que os países ricos muitas vezes não querem fazer negócio conosco. Eles querem exportar pra nós produtos de alto valor agregado e querem comprar de nós apenas commodities, soja, minério de ferro, milho e carne”, relatou.

O presidente planeja continuar suas atividades na região, tendo agendada uma visita a São Tomé e Príncipe para participar de uma reunião da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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