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Brasileiros em Gaza: chanceler diz não haver data para saída

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Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores do Brasil
Antonio Cruz/Agência Brasil

Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores do Brasil

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, disse em um comunicado à imprensa nesta sexta-feira (10), que não é possível estabelecer uma data exata para a saída de brasileiros da região da Faixa de Gaza. Ao todo, 34 cidadãos brasileiros já foram autorizados a sair e aguardam que a fronteira com o Egito seja aberta novamente.

Os brasileiros foram colocados na lista de pessoas que podem sair da Faixa de Gaza. O documento é coordenado por Israel, e incluiu o nome dos cidadãos na madrugada desta sexta-feira. Entretanto, a passagem de Rafah — ponte fronteiriça entre o Egito e Gaza — voltou a ser fechada durante a manhã. O motivo seria o impasse em relação à passagem de ambulâncias . Israel queria garantias de que não seja possível o transporte de membros do Hamas nesses veículos.

Segundo o ministro: “situação em Gaza não me permite dizer se será hoje, amanhã ou quando. […] A passagem é complexa. Há um entendimento entre as partes que primeiro passam ambulâncias com feridos, só depois passam os nacionais. Foi o que aconteceu ontem e hoje.”

No momento, uma equipe diplomática brasileira está aguardando no Egito que as pessoas cruzem a passagem. Uma vez em território egípcio, os brasileiros serão encaminhados para um avião da Presidência, para voltarem ao Brasil.

O avião está no Egito há semanas esperando a liberação dos brasileiros. Ele deverá sair do país, e fazer paradas em Roma, Las Palmas (Espanha) e Recife, pousando em Brasília. É esperado que isso ocorra entre domingo (12) e segunda-feira (13).

A liberação dos brasileiros passa por diversos impasses. Nas últimas semanas, Vieira ligou quatro vezes para o chanceler de Israel e do Egito para tentar resolver a liberação. A promessa do governo israelense era de que os brasileiros deixassem a região de Gaza no último dia 8, o que “não se confirmou, porque não houve, durante três dias seguidos, abertura para saída de indivíduos de diversas naturalidades”.

O ministro completa: “Não puderam passar [hoje] porque o posto de controle não foi aberto. Esperamos que esses nomes sejam autorizados a passar o mais rápido possível. Continuamos trabalhando constantemente com as autoridades dos países envolvidos. O presidente Lula tem sido muito ativo.”

O Portal iG conversou com especialistas para entender o porquê de tanta demora para a liberação dos brasileiros em Gaza.

“Passaram alguns nacionais de terceiros países, os brasileiros… a lista já está há duas ou três semanas com os dois lados e Israel, sim, tem uma palavra definitiva em relação a quem sai. Há militares de Israel em Gaza e a abertura é feita, do lado de Gaza, com autorização e participação de Israel”, ele completa.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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