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Agronegócio

Cafeicultores promovem inovação digital para aumentar lucros nas fazendas

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Na busca por impulsionar a produtividade e os lucros nas fazendas de café, cafeicultores participaram da 1ª edição do Movimento Coffee Brazil, que reuniu influenciadores da cafeicultura e produtores. “A ideia é ensinar os cafeicultores a lucrar com a internet”, segundo os organizadores.

O evento foi realizado na Fazenda Santa Rita, em Ribeirão Corrente, região de Franca (SP), nesta quinta-feira (22/2). Com mais de 1,2 milhão de seguidores, os influenciadores presentes no evento são referências no universo da cafeicultura.

O encontro teve início com um Dia de Campo, destacando demonstrações de empresas especializadas na produção cafeeira. O influenciador e cafeicultor Gustavo Rennó conduziu uma palestra informativa, abordando estratégias para otimizar a produção por meio da integração com a tecnologia.

À tarde, os influenciadores foram convidados compartilharam insights sobre como os produtores podem alavancar seus negócios através do ambiente digital.

O Movimento Coffee Brazil destacou a importância da integração entre a tradicional prática cafeeira e as oportunidades oferecidas pela era digital. Com enfoque nas inovações, o evento buscou proporcionar aos produtores ferramentas e estratégias para enfrentar os desafios contemporâneos, almejando uma cafeicultura mais eficiente, sustentável e lucrativa.

Participaram Rafael Stefani, também cafeicultor; Léo Carvalho do perfil Café Além da Xícara, com foco no Cerrado Mineiro; Priscila Loire, engenheira agrônoma e consultora da mesma região, e Guy Carvalho, do Papo de Cafeicultor, representando o Sul de Minas, entre outros.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Atenção para a declaração de rebanho obrigatória

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A atualização cadastral dos rebanhos, obrigatória para produtores rurais em todo o país, ganha força neste ano com a abertura das primeiras janelas de declaração em diferentes estados. Embora o calendário varie conforme a unidade da Federação, a exigência já se consolidou como um dos principais instrumentos de controle sanitário da pecuária brasileira.

Em Goiás, a primeira etapa de 2026 ocorre entre 1º e 31 de maio, conforme cronograma da Agência Goiana de Defesa Agropecuária. O procedimento é obrigatório e exige que o produtor informe a situação atualizada dos animais na propriedade, incluindo nascimentos, mortes e movimentações.

A exigência, no entanto, não é isolada. Estados como Rio Grande do Sul já realizam a declaração entre abril e junho, enquanto Paraná segue calendário semelhante. No Centro-Oeste, modelos semestrais também são adotados, com etapas distribuídas ao longo do ano, como ocorre em Mato Grosso do Sul. Já em Mato Grosso e Rondônia, a atualização costuma ocorrer no fim do ano, concentrada entre novembro e dezembro.

Apesar das diferenças de prazo, a lógica é a mesma em todo o país: manter um banco de dados atualizado sobre o rebanho nacional, permitindo resposta rápida a eventuais surtos sanitários e maior controle da movimentação animal.

Na prática, o produtor deve declarar todas as espécies existentes na propriedade — de bovinos e suínos a aves, equinos, ovinos, caprinos, abelhas e animais aquáticos — garantindo que o cadastro reflita a realidade atual da produção.

A medida ganhou ainda mais importância com o avanço do Brasil no status sanitário internacional, especialmente após a retirada gradual da vacinação contra febre aftosa em diversas regiões. Com menor margem para erro, a rastreabilidade e o controle do rebanho passaram a ser considerados essenciais para a manutenção de mercados e abertura de novos destinos para a carne brasileira.

Além da sanidade, os dados também são utilizados para orientar políticas públicas e planejamento do setor. Informações atualizadas permitem dimensionar com precisão o tamanho do rebanho, direcionar campanhas de controle de doenças e apoiar decisões comerciais.

O descumprimento da obrigação pode gerar penalidades, incluindo multas e restrições operacionais. Na prática, o produtor fica impedido de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento indispensável para transporte e comercialização, o que pode travar a atividade dentro da porteira.

Com a digitalização dos sistemas, o processo tem migrado para plataformas online, o que amplia o acesso, mas também exige atenção redobrada do produtor quanto a prazos e regularidade cadastral.

Em um cenário de maior exigência sanitária e competitividade internacional, a declaração de rebanho deixou de ser apenas uma obrigação burocrática e passou a integrar a estratégia produtiva da pecuária brasileira — com impacto direto sobre a segurança do sistema e a capacidade de acesso a mercados.

Fonte: Pensar Agro

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queiroz

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