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Câmara do DF pede ao STF acesso ao inquérito sobre ataques em Brasília

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Câmara do DF quer acesso aos depoimentos e ao inquérito sobre os ataques em Brasília no STF
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Câmara do DF quer acesso aos depoimentos e ao inquérito sobre os ataques em Brasília no STF

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga os atos antidemocráticos de 8 de janeiro na Câmara Legislativa do Distrito Federal enviou nesta sexta-feira (28) um ofício ao Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando acesso ao inquérito que investiga os ataques em Brasília. A informação foi confirmada pelo presidente da comissão, deputado Chico Vigilante (PT), em conversa com o iG.

Os deputados querem ter acesso aos depoimentos do ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) Gonçalves Dias e do ex-funcionário da pasta, José Eduardo Natale, que aparece conversando com os invasores no Palácio do Planalto durante os ataques. Eles ainda solicitaram acesso ao depoimento que o ex-ministro da Justiça Anderson Torres deu à Polícia Federal sobre o caso.

Os parlamentares quem também o acesso integral às gravações de câmeras de segurança do Planalto no dia das invasões. A CPI chegou a pedir as imagens ao GSI, que negou, argumentando não haver espaço suficiente em gravadores devido ao tamanho do arquivo.

O pedido foi endereçado ao gabinete do ministro Alexandre de Moraes, que ainda não respondeu sobre a liberação do processo. A reportagem apurou que procuradores da Câmara Legislativa já estão em contato com assessores de Moraes para viabilizar o acesso ao inquérito.

A CPI pretende usar os documentos para apurar os financiadores e a participação de militares e agentes públicos nos atos golpistas. Entretanto, os parlamentares admitem que parte do processo não será disponibilizado pelo STF, devido ao sigilo judicial.

Convocações

Na quinta-feira (27), a Câmara Legislativa do DF aprovou a convocação dos ex-ministros Gonçalves Dias e Augusto Heleno para prestarem depoimento na CPI que apura os atos antidemocráticos. Como o requerimento é de convocação, GDias e Heleno são obrigados a comparecer.

Ainda não há a data dos depoimentos, mas a expectativa é que uma das oitivas sejam realizadas na próxima semana.

Além dos ministros, o general Gustavo Henrique Dutra de Menezes, que chefiou o Comando Militar do Planalto. Ele é acusado de ter protegido os golpistas durante as invasões ao Palácio.

A convocação do ex-ministro da Justiça Anderson Torres ainda está no radar da CPI. Uma primeira oitiva chegou a ser discutida, mas a defesa de Torres apresentou laudos médicos em que mostram o estado de saúde frágil do ex-ministro.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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