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Agronegócio

Carol Padilha fala dos desafios na reta final para o carnaval

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Carioca Carol Padilha fala dos preparativos para o Carnaval de 2024
Reprodução/Divulgação

Carioca Carol Padilha fala dos preparativos para o Carnaval de 2024


Com o Carnaval se aproximando, Carol Padilha , a segunda princesa do Carnaval do Rio de Janeiro , está imersa em uma rotina intensa de preparação. Desde treinos rigorosos na academia até uma dieta cuidadosamente planejada rica em proteínas , Carol está dedicada a garantir que sua performance seja impecável durante o desfile .

Além disso dos cuidados com a saúde, Carol não deixa de lado o cuidado com sua aparência, como tratamentos estéticos, entre eles drenagem linfática, massagem modeladora e radiofrequência. Esses cuidados são essenciais para garantir que ela esteja no auge de sua forma física e beleza durante os eventos do Carnaval.

Para Carol, uma das partes mais difíceis desse processo é a distância de seu filho. Apesar disso, ela se enche de alegria ao ver seu filho participar do desfile da Unidos de Bangu e na Estrelinha da Mocidade, ambos com figurinos coloridos e cheios de significado. Para ela, ver seu filho no Carnaval é verdadeiramente maravilhoso. “A dedicação à corte tem seu preço, tornando a distância com meu filho uma parte difícil desse processo. Fico feliz pois ele vai participar do desfile da Unidos de Bangu e na Estrelinha da Mocidade, ambos com figurinos coloridos e cheios de significado. Ver meu filho no Carnaval me vendo e torcendo por mim é maravilhoso.”

Por trás de todos os desafios, a paixão de Carol pelo Carnaval é gigante. Cada dia é uma busca por conexão e positividade, com o objetivo de proporcionar um Carnaval inesquecível, repleto de alegria, conhecimento e entretenimento para todos os foliões.


Fonte: Mulher

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Atenção para a declaração de rebanho obrigatória

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A atualização cadastral dos rebanhos, obrigatória para produtores rurais em todo o país, ganha força neste ano com a abertura das primeiras janelas de declaração em diferentes estados. Embora o calendário varie conforme a unidade da Federação, a exigência já se consolidou como um dos principais instrumentos de controle sanitário da pecuária brasileira.

Em Goiás, a primeira etapa de 2026 ocorre entre 1º e 31 de maio, conforme cronograma da Agência Goiana de Defesa Agropecuária. O procedimento é obrigatório e exige que o produtor informe a situação atualizada dos animais na propriedade, incluindo nascimentos, mortes e movimentações.

A exigência, no entanto, não é isolada. Estados como Rio Grande do Sul já realizam a declaração entre abril e junho, enquanto Paraná segue calendário semelhante. No Centro-Oeste, modelos semestrais também são adotados, com etapas distribuídas ao longo do ano, como ocorre em Mato Grosso do Sul. Já em Mato Grosso e Rondônia, a atualização costuma ocorrer no fim do ano, concentrada entre novembro e dezembro.

Apesar das diferenças de prazo, a lógica é a mesma em todo o país: manter um banco de dados atualizado sobre o rebanho nacional, permitindo resposta rápida a eventuais surtos sanitários e maior controle da movimentação animal.

Na prática, o produtor deve declarar todas as espécies existentes na propriedade — de bovinos e suínos a aves, equinos, ovinos, caprinos, abelhas e animais aquáticos — garantindo que o cadastro reflita a realidade atual da produção.

A medida ganhou ainda mais importância com o avanço do Brasil no status sanitário internacional, especialmente após a retirada gradual da vacinação contra febre aftosa em diversas regiões. Com menor margem para erro, a rastreabilidade e o controle do rebanho passaram a ser considerados essenciais para a manutenção de mercados e abertura de novos destinos para a carne brasileira.

Além da sanidade, os dados também são utilizados para orientar políticas públicas e planejamento do setor. Informações atualizadas permitem dimensionar com precisão o tamanho do rebanho, direcionar campanhas de controle de doenças e apoiar decisões comerciais.

O descumprimento da obrigação pode gerar penalidades, incluindo multas e restrições operacionais. Na prática, o produtor fica impedido de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento indispensável para transporte e comercialização, o que pode travar a atividade dentro da porteira.

Com a digitalização dos sistemas, o processo tem migrado para plataformas online, o que amplia o acesso, mas também exige atenção redobrada do produtor quanto a prazos e regularidade cadastral.

Em um cenário de maior exigência sanitária e competitividade internacional, a declaração de rebanho deixou de ser apenas uma obrigação burocrática e passou a integrar a estratégia produtiva da pecuária brasileira — com impacto direto sobre a segurança do sistema e a capacidade de acesso a mercados.

Fonte: Pensar Agro

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queiroz

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