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CGU aponta uso impróprio de auxílios no governo Bolsonaro; entenda

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CGU aponta uso impróprio de auxílios no governo Bolsonaro; entenda
Agência Brasil

CGU aponta uso impróprio de auxílios no governo Bolsonaro; entenda

Nesta sexta-feira (22), a Controladoria-Geral da União (CGU) enviou um relatório ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre uma auditoria realizada pelo órgão, revelando o uso irregular de auxílios durante a campanha eleitoral do ano passado. Segundo o relatório, aproximadamente R$ 8 milhões foram indevidamente descontados dos benefícios das famílias do programa anterior.

Foi detectado mais de 5 mil contratos de empréstimo com parcelas acima do limite de 40% dos benefícios, afetando cerca de 56 mil famílias. As irregularidades ocorreram em três tipos de benefícios do ano passado: auxílio taxista , auxílio caminhoneiro e crédito consignado no Auxílio Brasil. Por meio da Caixa Econômica Federal, quase 3 milhões de beneficiários (14,10% do total) contrataram empréstimos consignados.

“O que me parece claro é que houve sim o uso desses instrumentos e desses auxílios de maneira inadequada durante o período eleitoral, seja pela sua concentração no período eleitoral, como eu mostrei inclusive o caso do crédito consignado, como do ponto de vista do completo descuido com o desenho do programa”, apontou o ministro da CGU , Vinícius de Carvalho.

O valor médio dos contratos foi de R$ 2.567,52, com uma prestação média de R$ 155,50. A grande maioria dos contratos (99,6%) tinha um período de pagamento de 24 parcelas, e 46.855 grupos familiares tiveram desconto impróprio nesse formato, ou seja, não tinham feito nenhum contrato de consignado.

A CGU ressaltou que 93% dos contratos foram fechados em outubro de 2022, entre o primeiro e o segundo turno das eleições presidenciais do ano passado, levantando a possibilidade de uso eleitoral indevido do benefício. A confirmação de uso político do Auxílio Brasil nesta categoria agora depende da análise pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Em julho, a CGU divulgou outros relatórios que apontaram distorções contábeis de R$ 202 bilhões em cinco ministérios no último ano do governo Bolsonaro . As conclusões também são referentes ao exercício financeiro de 2022.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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