Edgar Ricardo de Oliveira, de 30 anos, e Ezequias Souza Ribeiro, de 27 anos, foram identificado como os autores do crime
Em silêncio na delegacia após se entregar à polícia nesta quinta-feira (23) , Edgar Ricardo de Oliveira , de 30 anos, um dos autores da chacina que matou sete pessoas por conta de aposta de sinuca em um bar de Sinop (MT), foi encaminhado para a Penitenciária Dr. Osvaldo Florentino Leite Ferreira “Ferrugem” .
Segundo a polícia, o homem deve ficar preso temporariamente por cerca de 30 dias. Edgar responderá por homicídio qualificado por motivo fútil, uso de arma de fogo e meio que impediu a defesa das vítimas, apontou o delegado Bráulio Junqueira, responsável pela investigação do caso.
Em imagens de câmeras de segurança do dia do crime, Edgar aparece buscando uma espingarda no carro para atirar nas vítimas, que estavam já rendidas. Ele já tem antecedentes criminais por lesão corporal, ameaça e violência doméstica.
Edgar acionou um advogado que negociou sua rendição com os policiais entrando em contato com os agentes. Ele exigiu a presença da imprensa no local onde se entregaria.
“Ele fez exigências. Entre elas, a presença da imprensa, para garantir a integridade física e a segurança do cliente dele”, disse o delegado.
“Ele se mostrou arrependido. O importante era essa apresentação [do suspeito à polícia] e assegurar a integridade física dele. Não houve qualquer desrespeito aos direitos do Edgar”, apontou o advogado do criminoso.
Já o outro atirador Ezequias Souza Ribeiro, de 27 anos, foi morto na última quarta (22) após um confronto com policiais militares do Bope (Batalhão de Operações Especiais), segundo a Polícia Civil.
Entenda o caso
Sete pessoas foram vítimas de uma chacina em um bar de Sinop (MT) na última terça (21). A violência assustou a população da cidade e muitas perguntas começaram a serem feitas sobre o caso.
Segundo as autoridades, Edgar combinou de jogar sinuca, com aposta de dinheiro, com a vítima Getúlio. Na manhã de ontem, os dois fizeram as apostas e o possível assassino perdeu R$ 4 mil, retornando para sua casa.
Getúlio seguiu no local co ma esposa e a filha, onde almoçaram e conversaram com amigos. Pouco tempo depois, Edgar voltou, mas com a companhia de Ezequias. A dupla desafiou a vítima para uma nova partida.
Eles jogaram e não houve qualquer confusão, segundo testemunhas. A dupla sofreu nova derrota na sinuca e Edgar não se conformou, tanto que jogou o taco na mesa, fez um sinal para Ezequias e rendeu todas as pessoas que estavam no bar.
Ezequias pegou uma espingarda no carro, voltou para o bar e deu um tiro em Bruno, proprietário do local. Na sequência, o rapaz acertou Getúlio nas costas e depois disparou duas vezes na cabeça da vítima.
Edgar disparou nas outras vítimas. Três pessoas conseguem correr, mas duas também foram baleadas e morreram. A terceira fugiu.
Depois do crime, os homens pegaram o dinheiro que estava na mesa de sinuca, roubaram objetos do bar e fugiram em uma caminhonete estacionada em frente ao estabelecimento.
Quem são as vítimas?
– Getúlio Rodrigues Frasão Júnior, de 36 anos. Ele era pai de Larissa e marido de Raquel Gomes de Almeida, uma das sobreviventes da chacina;
– Larissa Frasao de Almeida, de 12 anos. Filha de Getúlio e de Raquel Gomes de Almeida;
– Maciel Bruno de Andrade Costa, de 35 anos. Dono do bar;
– Orisberto Pereira Sousa, de 38 anos. Cliente do bar;
– Adriano Balbinote, de 46 anos. Cliente do bar;
– Josué Ramos Tenório, de 48 anos. Cliente do bar.
– Elizeu Santos da Silva, de 47 anos. Ele foi socorrido, mas veio a óbito no hospital.
Quem sobreviveu?
Os criminosos renderam nove pessoas no bar e apenas duas conseguiram sobreviver. Uma delas foi Raquel Gomes de Almeida, esposa de Getúlio e mãe de Larissa. Outro que escapou da morte foi Luiz Carlos Souza Barbosa, sobrinho de Getúlio.
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E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.
Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.
Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.
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No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.
O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.
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