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Sorriso

Com coleta seletiva, Sorriso deixa de gerar 2 mil toneladas de lixo em 2025

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Resíduos que iriam para o aterro sanitário ganharam uma nova chance na indústria de reciclagem

Em 2025, graças à coleta seletiva, mais de 2 mil toneladas, ou seja, mais de 2 milhões de quilos de recicláveis deixaram de ir para o Aterro Sanitário, deixaram de virar lixo e vão ter uma nova chance na indústria. O volume corresponde a 170 toneladas por mês ou 7 toneladas por dia.

Todo o trabalho é executado por equipes da Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Saneamento (Sintra), via programa Eco Sorriso, que reúne todas as ações de sustentabilidade da Prefeitura. O volume de resíduos destinados à reciclagem foi coletado tanto na modalidade “porta a porta”, quanto nos ecopontos espalhados pela cidade.

Na “porta a porta”, cada morador armazena em um saco de ráfia todos os itens recicláveis, e a equipe passa uma vez por semana para fazer o recolhimento. Podem ser acondicionados no saco embalagens de plástico, papel, papelão, metal (alumínio, ferro, cobre), sacos plásticos, isopor, e embalagens tetra pak (caixinhas de suco e leite).

Ah, mas e o vidro? Ele não é reciclável? Opa! É sim. Mas para não trazer risco às pessoas que atuam na coleta seletiva, as embalagens de vidro devem ser levadas aos ecopontos. “É importante ressaltar que todos as embalagens precisam estar totalmente livres de resíduos”, lembra a coordenadora do Eco Sorriso, Rawena de Oliveira.

Atualmente, a coleta seletiva “de casa em casa” faz parte da rotina dos moradores de 80% da cidade, e o titular da Sintra, Milton Geller, adianta que ainda no primeiro semestre a coleta deve ser universalizada no Município.

Confira a lista e o cronograma da coleta seletiva porta a porta:

Segunda-feira: Rota do Sol; Jardim Primavera; Jardim Bela Vista; Vitória Régia; Parque Universitário; Taiamã 1; São Mateus; Industrial 2 e Industrial 1 (da Rua Lions Club até a Rua Tangará);

Terça-feira: Santa Clara I e II; Monte Líbano I e II; Benjamin Raiser; Jardim Amazônia; Jardim Itália; Recanto dos Pássaros; Novos Campos e Industrial 1 (da Rua Lions Club até a MT-242);

Quarta-feira: São Francisco; Estrela do Sul; Jardim Ocidental; Alphaville; Santa Bárbara; Village I e II; Vila Romana; Portal Kaiabi; Jardim Tropical; Jardim Califórnia; Boa Esperança 1 e 2; e Fraternidade;

Quinta-feira: Centro-Norte; Jardim das Acácias; Vila Bela e São Domingos;

Sexta-feira: Bom Jesus, Centro Sul; Jardim Alvorada; Novo Horizonte 1, 2 e 3; Nova Aliança; Morada do Sol; e Porto Alegre;

Sábado: Mário Raiter, Juscelino Kubitschek; Jardim das Américas; Santa Mônica; DIC Nova Prata; Santa Maria 1 e 2; Terra Brasil e Brasil Norte.

Ecopontos

Coleta de Resíduos Volumosos: Nesta modalidade, feita, mais ou menos, a cada dois meses, de acordo com calendário específico, são retirados itens como eletrodomésticos velhos e inservíveis e os resíduos sólidos provenientes da limpeza de jardim.

Coleta Seletiva: É a coleta do que não é lixo e pode ter vida nova na indústria. São os chamados materiais recicláveis, como papel, papelão, plástico, alumínio (e outros metais), e isopor. Esta coleta é feita uma vez por semana. Como esta coleta não contempla ainda todos os bairros da cidade, estes itens também podem ser levados aos ecopontos.

Coleta de lixo doméstico: Esta é a coleta do lixo úmido, que destina ao aterro sanitário os resíduos como restos de alimentos e dejetos.

Preste atenção na diferença entre as coletas

Coleta de Resíduos Volumosos: Nesta modalidade, feita, mais ou menos, a cada dois meses, de acordo com calendário específico, são retirados itens como eletrodomésticos velhos e inservíveis e os resíduos sólidos provenientes da limpeza de jardim.

Coleta Seletiva: É a coleta do que não é lixo e pode ter vida nova na indústria. São os chamados materiais recicláveis, como papel, papelão, plástico, alumínio (e outros metais), e isopor. Esta coleta é feita uma vez por semana. Como esta coleta não contempla ainda todos os bairros da cidade, estes itens também podem ser levados aos ecopontos.

Coleta de lixo doméstico: Esta é a coleta do lixo úmido, que destina ao aterro sanitário os resíduos como restos de alimentos e dejetos.

Tem alguma dúvida sobre a limpeza urbana? Entre em contato com o 66 99603 7730.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Sorriso

Secretaria de Agricultura Familiar debate avanço do georreferenciamento do assentamento Jonas Pinheiro com o Incra

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Reunião em Cuiabá também tratou sobre CAR, financiamento para assentados e programa habitacional com previsão de R$ 97 mil por moradia

A secretária adjunta de Agricultura Familiar e Segurança Alimentar de Sorriso, Ana Catarina Tibaldi dos Reis, participou de uma reunião com representantes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) de Mato Grosso, na manhã dessa quarta-feira (27) em Cuiabá, para discutir o andamento do processo de georreferenciamento do assentamento Jonas Pinheiro, além de outras pautas ligadas à regularização fundiária e fortalecimento da agricultura familiar.

Entre os principais assuntos debatidos esteve a necessidade de fiscalização e certificação do georreferenciamento do assentamento pelo Incra. O procedimento é considerado uma etapa fundamental para comprovar que as mais de 500 famílias assentadas vivem e produzem na área.

Segundo Ana Catarina, os moradores custearam o georreferenciamento e aguardam agora a conclusão da parte técnica do Incra para dar sequência ao processo. “As famílias fizeram a parte delas, investiram no georreferenciamento e agora dependem da fiscalização e certificação do Incra para que esse processo avance. Tivemos o compromisso do órgão em concluir essa etapa, que é muito importante para os assentados”, disse a secretária adjunta.

Ana Catarina lembrou ainda que as famílias vivem no local desde 1999 e aguardam há décadas pela regularização definitiva da área. “Essas famílias estão no assentamento há mais de 25 anos, produzindo e construindo suas vidas. Existe um processo judicial que ainda impede o avanço da regularização, mas o georreferenciamento é uma etapa essencial nessa busca pelo direito à terra regularizada”, afirmou.

Durante a reunião também foram discutidos temas relacionados ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) e ao papel do Núcleo Municipal de Regularização Fundiária, o Terra Cidadã, no apoio aos produtores e assentados do município.

Outro ponto apresentado pelo Incra foram as linhas de financiamento direto destinadas aos assentados, com recursos do Governo Federal voltados ao fortalecimento da produção rural. Os financiamentos possuem condições facilitadas de pagamento e longo prazo para amortização. Ficou definido que as associações de moradores serão responsáveis por repassar as informações às famílias das comunidades.

Além disso, foi anunciada uma linha habitacional para o assentamento, com previsão de R$ 97 mil por unidade habitacional.

Participaram da reunião os vereadores Wanderley Paulo, Jane Delalibera e Darci Gonçalves, representantes da cooperativa local, da Associação das Mulheres e Odimar Geller, presidente da Associação Alto Celeste, do município de Vera. Também estiveram presentes Lindomar Ferraz, presidente da Aprocel Sorriso, Maria Boaventura de Sousa Silva, presidente da Coopercel, além do superintendente do Incra em Mato Grosso, Joel Machado de Azevedo, o adjunto Helton Antônio da Silva, Leonardo Henrique Bezerra Lopes, responsável pela área de fomento, e o técnico do setor de cartografia, Hebert Nunes Velasco. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Nene Gonçalves, também participou do encontro.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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