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Com maioria formada, TSE nega cassação de Sergio Moro

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Com maioria formada, TSE nega cassação de Sergio Moro
Caio Barbieri

Com maioria formada, TSE nega cassação de Sergio Moro

Após intensos dias de debates, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retomou na noite desta terça-feira (21) o julgamento que poderia resultar na cassação do mandato do senador Sergio Moro (União-PR).

Com maioria, o placar atual apontou 6 votos a favor de manter o ex-juiz no cargo eletivo para o qual foi eleito na última eleição. Ele é alvo de ações que o acusam de abuso de poder econômico e político, além do uso indevido de meios de comunicação durante a pré-campanha durante o pleito de 2022.

Os ministros do TSE estão avaliando recursos apresentados pelas coligações lideradas pelo PT e PL contra a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), que inicialmente havia negado a cassação. O julgamento foi retomado nesta terça-feira e teve início na última quinta (16).

O relator do caso, Floriano Azevedo, apresentou voto pela improcedência dos recursos, argumentando que não foi comprovado o uso indevido ou abusivo de meios de comunicação, nem desvio de recursos do fundo partidário.

Até o momento, seu entendimento foi acompanhado pelos ministros Ramos Tavares, Cármen Lúcia, Nunes Marques, Raul Araújo e Maria Isabel Galotti.

“Identificamos gastos relevantes na fase de pré-campanha dos candidatos ao senado do Paraná. Porém, a análise específica desses gastos, bem como a avaliação da dimensão quantitativa e qualitativa de tais dispêndios, à luz das circunstâncias que revestiram a errática pré-candidatura do investigado Sergio Moro, impedem e excluem a caracterização do abuso de poder econômico”, ressaltou o relator.

As coligações lideradas por PT e PL questionavam a legalidade da conduta de Moro no período pré-eleitoral, alegando que o ex-juiz realizou atos com grande alcance e alto investimento financeiro, o que teria proporcionado vantagem ilícita em relação aos demais candidatos ao Senado Federal pelo Paraná.

Moro, que inicialmente se filiou ao Podemos como pré-candidato à Presidência da República, posteriormente migrou para o União Brasil visando disputar o cargo de deputado federal por São Paulo. Com o indeferimento da transferência de domicílio eleitoral, o ex-juiz passou a pleitear a vaga de senador pelo Paraná.

No mês de abril, o TRE-PR decidiu por 5 votos a 2 contra a cassação do senador. Os autores das ações recorreram da decisão e o caso foi levado ao TSE, onde o Ministério Público Eleitoral se manifestou contra a cassação de Sergio Moro.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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