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Comportamento de Padilha chama atenção na reunião do União Brasil

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Ministro Alexandre Padilha
Reprodução

Ministro Alexandre Padilha


O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT-SP), recebeu elogios de deputados do União Brasil, mas também levou críticas. O encontro aconteceu nesta semana para se discutir o alinhamento da sigla com o governo federal. O responsável pela articulação do Planalto deu algumas garantias que agradaram a bancada da legenda, porém, o tom usado em certos temas não foi bem digerido.

Os elogios aconteceram pela simpatia e naturalidade apresentadas por Padilha, o que não vinha ocorrendo durante os seis primeiros meses de mandato. Quem participou da reunião, afirmou que o ministro estava à vontade, falante e muito mais aberto ao diálogo do que em outras oportunidades.

O petista chegou a dizer que a mudança de postura era uma resposta aos pedidos feitos pela Câmara. Ele admitiu ter iniciado o mandato na defensiva, mas agora entendeu que não há necessidade de ser um “muro” entre o Congresso e o Planalto, porque sua função é ser “uma ponte”.

Padilha aproveitou o bate-papo para garantir aos deputados que Daniela Carneiro será exonerada do Ministério do Turismo. Em seu lugar, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) irá nomear Celso Sabino (União Brasil). Também explicou que o futuro chefe da pasta terá autonomia para atender as demandas dos parlamentares.

O ministro contou que, a partir de agora, estará mais aberto a sugestões e “pedirá dicas para Fernando Haddad”. O chefe da Fazenda é usado pelos parlamentares como exemplo de como o Palácio do Planalto deve agir com o Congresso Nacional.

As críticas a Padilha

Apesar dos elogios, o ministro também foi criticado. Em alguns momentos, os deputados sentiram “pouco caso” de Padilha em determinados assuntos. Um deles foi em relação ao programa de incentivo aos carros populares.

Parlamentares disseram que o governo precisa encontrar mecanismos para que o projeto seja prorrogado mais tempo. O ministro chegou a dizer que “tal assunto era de responsabilidade da Fazenda e da vice-presidência”.

Outro ponto ignorado por Padilha foi em relação ao Ministério da Saúde. Quando deputados tentaram falar sobre o tema, ele declarou que a pasta não é assunto para discussão.


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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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