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Conferência de Ministros da Agricultura começa hoje na Costa Rica

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Ministros da Agricultura de países das Américas se reúnem em San José, na Costa Rica, a partir desta terça-feira (3), para discutir os principais desafios do setor. Pelos próximos três dias, temas como sustentabilidade, segurança alimentar, mudanças climáticas e agricultura familiar devem dominar os debates na capital costa-riquenha.

A chamada Conferência de Ministros da Agricultura das Américas acontece a cada dois anos. O lema, em 2023, é “Uma aliança continental para a segurança alimentar e o desenvolvimento sustentável”. De acordo com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), a proposta é apresentar ações conjuntas que fortaleçam o papel da agricultura do continente como fiador da segurança alimentar e da sustentabilidade mundial.

Para a entidade, as crises climática, econômica e bélica, bem como mudanças no contexto internacional, demandam o que os especialistas se referem como um agro renovado, mais produtivo e resiliente. O objetivo é criar uma espécie de coalizão entre os países das Américas que permita a eles encarar os desafios em torno da segurança alimentar e das mudanças ambientais do planeta.

Além dos ministros da agricultura de cada Estado-membro, o encontro deve receber o presidente do Panamá, Laurentino Cortizo Cohen; o presidente da Guiana, Mohamed Irfaan Ali; o vencedor do prêmio Nobel de Economia Michael Kremer; e o vencedor do prêmio Mundial da Alimentação Rattan Lal. A conferência inclui ainda uma sessão da Junta Interamericana de Agricultura (JIA), composta por 34 ministros da Agricultura e que constitui o principal órgão de governo do IICA.

Reunidos em San José, os ministros devem discutir também a participação do continente na próxima Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança Climática (COP28), programada para o fim deste ano em Dubai. Na véspera do encontro, já em solo costa-riquenho, eles classificaram a ação coletiva como imprescindível para garantir a segurança alimentar e fortalecer o papel da atividade agropecuária no desenvolvimento das Américas.

*A repórter viajou a convite do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA).

Fonte: EBC GERAL

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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