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Confiança de empresários industriais recua em 19 de 29 setores

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Confiança de empresários industriais recua em 19 de 29 setores
ESTADÃO CONTEÚDO

Confiança de empresários industriais recua em 19 de 29 setores

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) do mês de junho recuou em 19 dos 29 setores da indústria e nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. A queda também foi percebida nas grandes empresas. Os dados constam da pesquisa divulgada nesta terça-feira (25) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) . Com o recuo, 11 setores da indústria agora se encontram em um cenário de falta de confiança.

A pesquisa mostra que seis setores da indústria migraram da confiança para a falta de confiança: produtos de metal; vestuário e acessórios; metalurgia; celulose e papel; máquinas e equipamentos; e biocombustíveis. Outros três setores fizeram a transição contrária e agora estão confiantes: impressão e reprodução, calçados e suas partes; e móveis. No mês de junho, 17 setores da indústria mostraram-se confiantes e 11 registraram falta de confiança. Além disso, um setor ficou neutro.

“O número de setores industriais que registram falta de confiança em junho é o maior desde outubro de 2023, mês em que 14 setores industriais registravam falta de confiança” , destaca a CNI.

Os dados por região mostram que a região Sul teve um avanço de 0,5 ponto no Icei de maio para junho, passando de 47,4 pontos para 47,9 pontos. Apesar do aumento, o índice de confiança na região ainda é o único abaixo da linha divisória dos 50 pontos, que separa a confiança da falta de confiança.

“Este pequeno avanço foi puxado apenas pelas expectativas positivas das indústrias do Sul para com elas mesmas nos próximos meses. Essa esperança está relacionada às iniciativas em prol da reconstrução do Rio Grande do Sul e toda ajuda recebida. Quando os empresários foram questionados sobre a situação atual da própria empresa e da economia do País, os indicadores apresentaram uma avaliação ainda mais negativa do que no mês anterior” , explica o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo.

Com relação ao porte, a confiança caiu 1,0 ponto nas grandes empresas, teve leve avanço nas médias empresas (+0,5 ponto) e ficou praticamente estável nas pequenas empresas, com queda de 0,2 ponto. Apesar do movimento, somente as pequenas indústrias seguem com falta de confiança (com índice abaixo dos 50 pontos), e médias e grandes estão confiantes. A pesquisa foi feita entre os dias 1º e 12 de junho, com 1.843 empresas, sendo 739 de pequeno porte, 667 de médio porte e 437 de grande porte.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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