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Conto de Machado de Assis vira ópera e faz estreia mundial no Rio

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O conto A Cartomante, de Machado de Assis, virou ópera concebida pelo compositor brasileiro Eduardo Frigatti, residente na Polônia, e fará sua estreia mundial nesta quinta-feira (22), às 19h, no Salão Leopoldo Miguez, da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) A entrada é gratuita. Em seguida, o público assistirá O Ensaio de Ópera, do compositor alemão Albert Lortzing (1801-1851), também com entrada franqueada.

As récitas das duas óperas serão apresentadas, em sequência, nos dias 23 (19h), 24 e 25 (às 17h), sendo que no sábado e domingo haverá transmissão pelo canal Arte de Toda Gente, no Youtube. As duas obras integram a programação do Sistema Nacional de Orquestras Sociais (Sinos), parceria da Fundação Nacional de Artes (Funarte) com a UFRJ. A ópera de Lortzing foi traduzida para o português e passará a integrar o Repertório Sinos, ficando disponível para as orquestras e companhias de ópera de todo o país.

Falando à Agência Brasil, o maestro André Cardoso, professor de regência e prática de orquestra da Escola de Música da UFRJ, informou que Eduardo Frigatti foi aluno da instituição. A ópera que criou com base no conto de Machado de Assis é resultado de concurso realizado em 2021 e 2022 pelo Fórum Brasileiro de Ópera e Música de Concerto.

“Eduardo Frigatti foi um dos finalistas com A Cartomante. Aí, nós decidimos estrear a ópera. Vai ser a primeira vez que ela será ouvida pelo público”, antecipa.

Com coordenação geral de Lenine Santos, os espetáculos apresentarão grande elenco de cantores da própria UFRJ e da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), além da Orquestra Sinfônica da UFRJ, com regência de Thiago Santos, Glauco Fernandes e André Cardoso.

A produção é do projeto de extensão Ópera na UFRJ e do Sistema Sinos, que é parte do Programa Arte de Toda Gente, parceria também da Funarte com a UFRJ.

Outras praças

Além das récitas no Salão Leopoldo Miguez, na Escola de Música da UFRJ, os dois espetáculos serão apresentados no Auditório Horta Barbosa, do Centro de Tecnologia (CT) da UFRJ, na Ilha do Fundão, no dia 3 de julho, às 13h, voltados para a comunidade universitária. As duas óperas serão mostradas também no Cine Theatro Central de Juiz de Fora (MG), no dia 26 de agosto (19h), em parceria com a Universidade Federal de Juiz de Fora. Em todas as datas, a entrada é franca.

Extensão

Cardoso participa também do projeto de extensão Ópera na UFRJ, que existe desde 1994 e é uma espécie de consórcio de várias unidades da universidade. “Participam alunos de belas artes, com cenografia e indumentária; comunicação, com curso de direção teatral; e, eventualmente, o curso de dança, que fica na Escola de Educação Física”, explicou o professor.

Acrescentou que o projeto tem caráter profissionalizante. “Os alunos participam ativa e efetivamente da produção da ópera, seja cantando, tocando, regendo”. A Cartomante, por exemplo, será regida por um ex-aluno de Cardoso, que é Thiago Santos, atual regente da Orquestra Alegro, de Curitiba (PR).

“O projeto envolve várias unidades e professores coordenadores na produção da nossa ópera anual”. A cada ano, professores e alunos se reúnem para escolher a ópera que vai ser encenada no ano seguinte. Fazemos as audições com os alunos de canto, damos início aos ensaios no começo do período letivo e apresentamos sempre no fim do mês de junho”, finalizou.

Fonte: EBC GERAL

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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