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BRASIL

Controladores aéreos de 23 aeroportos entram em greve nesta segunda

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Greve foi aprovada com 713 votos a favor. O resultado representa 64,52% dos votantes
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Greve foi aprovada com 713 votos a favor. O resultado representa 64,52% dos votantes

A partir da próxima segunda-feira (9), os controladores de tráfego aéreo da estatal NAV Brasil estarão em greve. A paralisação deve afetar 23 aeroportos que dependem do serviço da empresa.

Em um comunicado oficial do Sindicato Nacional dos Trabalhadores na Proteção ao Voo (SNTPV), os trabalhadores explicam que a greve consiste em paralisações de 1h (de 7h às 8h) nos sete primeiros dias. Caso não haja um acordo, a partir de 16 de outubro serão dois períodos de greve (de 7h às 8h e 18h às 19h).

Os grevistas também informam que haverá exceções para que os seguintes voos não sejam afetados e interrompidos: transporte de enfermos (TREN) e de órgãos vitais (TROV), urgência e emergência médica (MEDEVAC), caráter humanitário, busca e salvamento, autoridades, segurança pública, defesa civil, operações alfandegárias, proteção ao meio ambiente, militares, e em emergência.

Quais são as reivindicações

  • Recomposição salarial, recuperação mínima da inflação acumulada desde o último acordo;
  • Melhorias nas condições do auxílio à saúde;
  • Adicionais que valorizem adequadamente as carreiras;
  • Concursos para todas as áreas administrativas e operacionais.

Aeroportos com funcionários da NAV Brasil

  • Guarulhos (SP)
  • Viracopos (SP)
  • Bauru (SP)
  • Ribeirão Preto (SP)
  • Presidente Prudente (SP)
  • Vitória (ES)
  • Pampulha (MG)
  • Uberlândia (MG)
  • Uberaba (MG)
  • Macaé (RJ)
  • Jacarepaguá (RJ)
  • Santos Dumont (RJ)
  • Brigadeiro Lysias Rodrigues (TO)
  • Santa Genoveva (GO)
  • Joinville (SC)
  • Internacional de Navegantes (SC)
  • Jorge Amado (BA)
  • Internacional de João Pessoa (PB)
  • Governador José Richa (PR)
  • Internacional de Santarém (PA)
  • João Correa Da Rocha (PA)
  • Teresina (PI)
  • Alberto Alcolumbre (AP).

Fonte: Nacional

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BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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